
“O meu filho desobedece, agride, joga objetos em mim…”
“Ele finge que me ouve, luta fisicamente contra a minha autoridade…”
Estes são relatos de muitos pais, que não sabem lidar com o “temperamento” do filho. É um transtorno de conduta e se refere a comportamentos de desobediência, enfrentamento, agressividade, não aceitação de regras e outros, que serão discutidos a seguir.
Interessante notar que, em crianças menores, este transtorno é mais comum em meninos, porém essa diferença se iguala na adolescência, quando a freqüência é a mesma para ambos os sexos.
Todos nós nos lembramos quando éramos adolescentes, havia muito desentendimento com os pais. No caso do TDO, essas brigas são muito mais intensas, longas e desgastantes, chegando a um ponto em que os pais não verem saída até consultar um profissional.
Os sintomas do TDO são: dificuldade em manter amizades, não aceitar as regras pelos adultos, questionamentos excessivos das mesmas, tentativa proposital em irritar os outros, freqüente sentimento de raiva. Esses sintomas afetam a criança em outros aspectos como problemas escolares e dificuldade em manter amizades.

O psicólogo intervém a partir de um planejamento, envolvendo variáveis ambientais como desestrutura familiar, desentendimentos entres os pais, inconsistência da regra familiar, negligência, dificuldade em expressar os sentimentos, etc. O trabalho do psicólogo pode ser orientação de pais e psicoterapia infantil (AT ou consultório). Às vezes, a medicação pode ser incluída no tratamento, através do acompanhamento de um psiquiatra.
As causas do TDO são multifatoriais podem ser: atraso ou limitação no desenvolvimento da criança, desequilíbrio de neurotransmissores, excesso ou falta de regras ou quando são contraditórias.
Uma das melhores formas de ensinar a criança a seguir regras é o sistema de fichas. É discutido com a criança e os pais, os comportamentos desejados (tarefas, objetivos) e escritos em uma cartolina. Cada tarefa, se cumprida, valerá um tanto X de pontos, dependendo da facilidade e do esforço. Todos esses pontos, acumulados durante os dias de intervenção, podem ser trocados por prêmios, que são definidos previamente no começo da intervenção.
Esse sistema de fichas é um modo de aprender a respeitar regras. Devemos nos lembrar que o sistema de fichas não é exclusivamente para TDO. Serve para estabelecer organização, rotina, melhora no desempenho acadêmico, melhorar a atenção, entre outros.
Normalmente, quando se aplica o sistema de fichas, sempre há o momento que a criança com TDO “parte para a briga” com o terapeuta, por causa de sua dificuldade em estabelecer e seguir regras. A forma que o terapeuta lida com a briga é crucial para a mudança do comportamento do cliente.
Este trabalho é importante para as mudanças de comportamento da criança. O terapeuta instrui os pais para lidar com o seu filho de forma mais saudável para desenvolver a autonomia da família, retirando o sistema de fichas gradualmente.
Para finalizar, apresento um exemplo bem comum de TDO encontrado no programa Supernanny. Geralmente as crianças são bem agressivas e não aderem ao sistema de regras. Ao longo do tempo, quando a intervenção planeja a rotina dessa criança, esta aprende a ser menos agressiva. É importante que, mesmo no programa, a intervenção por um profissional deve ser mantida sempre pelos pais também.
Qualquer dúvida, perguntem!
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DIANA RIBEIRO
16 de Maio de 2011 em 10:57 PM (UTC -3)
Meu filho tem uma série de transtornos ( Bipolar, TDAH com agressividade e TOD ). Meu filho Gustavo hoje está com 8 anos e seu comportamento estava cada vez mais agressivo. Foi expulso de mais de 3 colégios , não tem amigos a familia se afasta cada vez mais . Não me lembro da última festa infantil que fomos convidados. Larguei minha carreira para cuidar dele e do meu outro filho ( gêmeo Pedro ) que não aguentava mais sofrer as agressões do irmão. Hoje Ele está sendo acompanhado pela Psciquiatra , terapia com pscicóloga toda semana , faz natação e dança .Em casa ele melhorou bastante , não quebra mais as coisas e raramente bate no irmão. Mais quando a gente sai de casa , vai a igreja , encontro familia , um passeio ele sempre acontece algum fato que o irrita e ele parte da agressão de forma descontrolada. O maior desafio é não isolá-lo em casa porém as outras crianças da sua idade ou mais velhas estão cada vez mais agressivas , xingam e zombam umas das outras e ele não consegue contornar essas situações . O que eu faço ? Como posso ensiná-lo a viver nesse mundo ostil ?
Preciso muito de uma orientção .
Germano Henning
17 de Maio de 2011 em 2:20 AM (UTC -3)
Olá Diana. Primeiramente gostaria te agradecer pela visita e por contar a história do seu filho. Comentar sobre um caso que não acompanho é difícil. Porém, posso fazer algumas considerações e, se você tiver qualquer dúvida, pergunte novamente.
Na sua queixa, predomina uma série de fatos históricos difíceis, frustrantes, vergonhosos, etc. Realmente, é muito difícil passar por esse experiência.
Agora, a respeito propriamente do seu filho, é importante você avaliar, junto com outro profissional, o histórico de diagnósticos que foi feito. Quantos profissionais apresentaram o mesmo diagnóstico?
A partir desses dados com a análise da história de vida, pode-se montar um planejamento de intervenção. Nesse exato ponto, entra a sua questão. A sua preocupação em relação às outras crianças e ao objetivo de não isolá-lo é válida. Esse ponto deve fazer parte da intervenção que, para o seu filho, pode ser na forma de técnicas para promover auto-controle (importante para controlar a sua agressividade), treino de habilidades sociais (ensinar a criar vínculo com outras pessoas), treino de habilidades escolares (planejamento para estudar) ou estabelecimento de rotina (estabelecer como será o dia-a-dia), lembrando que cada caso é um caso e que esse plano sempre deve ser acompanhado por um profissional da área.
Quanto mais focado em comportamentos relevantes para o dia-a-dia, melhor. O mundo hostil é o mesmo para muitas pessoas, mas nem todas se comportam igual. Por isso, o treino de algumas habilidades é importante para a convivência com os outros.
Qualquer dúvida ou se quiser agendar uma consulta, pode enviar um email para nucleo@nucleopercepcao.com.br ou ligar para 6111-7644.
Obrigado!
Sabrina
28 de Janeiro de 2013 em 5:41 PM (UTC -3)
A própria Super Nany diz que é necessária mudança dos pais, as reações das crianças são diante de uma ausência dos pais, e são respostas criativas, adaptativas e saudáveis e não um Transtorno da criança. Se o ambiente muda e a criança muda, porque acreditar de início que A CRIANÇA tem um transtorno DELA e não que a família com sua dinâmica favoreceu o surgimento de um comportamento indesejado? Não estaríamos falando de uma construção coletiva de um transtorno em vez de um transtorno centrado na própria criança? Então as crianças SÃO ou ESTÃO agressivas???
Aurinete
21 de Fevereiro de 2013 em 3:59 PM (UTC -3)
Olá Sabrina.
Você foi sábia nas suas palavras.
Também não concordo porque as crianças têm que ser “saco de pancadas” dos adultos.
Estou passando por um desses casos, mas ainda não tenho diagnóstico medico. Só suposições…
Espero que tudo se resolva mais rápido possível aqui em casa.
Abraços,
Nete.
Marcia
29 de Setembro de 2011 em 12:13 AM (UTC -3)
28/09/2011
tenho um filho de 31 anos de idade, há 2 anos que está casado e tem este tipo de transtorno, principalmente comigo que sou mãe, teve uma infãncia tranquila, mais na adolecencia e até agora, sofro muito com ele, o que fazer se ele hoje excluiu a mim, e a irmã, mais nova de sua vidai. Faço tratamento da síndrome do pânico e depressão. Tenho muita saudade dele mais quando vou procurá-lo para dar um pouco de carinho, ele me agride com palavras, por que será acontece isso se dei tanto amor pra ele.
Victor Mangabeira
9 de Outubro de 2011 em 10:07 PM (UTC -3)
Marcia, realmente é bastante difícil o relacionamento com pessoas que tenham esse diagnóstico. Geralmente apontar os problemas que a pessoa está cometendo (como normalmente faríamos) não funciona e devemos buscar alternativas de relacionamento. É claro que esse problema de relação com seu filho está te afetando muito e é difícil achar uma explicação. Certamente se culpar não a ajudará e apenas a fará sofrer. Infelizmente não podemos esclarecer melhor ou dar nossa opinião sem conhecermos a situação. Se for possível entre em contato conosco pelo telefone e poderemos agendar um encontro, assim poderemos ajudar-lhe a melhorar a relação com seu filho.
Obrigado.
Marcia
13 de Outubro de 2011 em 5:18 PM (UTC -3)
Germano, muito obrigada por esse esclarecimento.
Sou viúva e tenho um filho de 9 anos que aos 3 foi diagnosticado autista.
Aos 7, com outra médica, ela excluiu o autismo do diagnóstico mas não fechou outro.
o médico atual dele, tb ainda não fechou um diagnostico mas buscando soluções na net, encontrei esse site.
Henzo, meu filho, tem atraso cognitivo, agora está aprendendo a ler e escrever, tem problemas de fala e diversas outras dificuldades. Em termos de maturidade, parece uma criança de, no máximo, 4 anos.
Sou bastante severa com ele, pois desde cedo sempre demonstrou esse comportamento autoritário e opositor.
Hoje em casa ele não me dá muito trabalho pois consegui conquistar o respeito e, porque não dizer, o medo dele tb (algumas boas chineladas no passado ajudaram, mas hj, graças a Deus, isso não é mais necessário).
Ocorre q na escola ele está impossível. Já foi expulso de uma e está prestes a ser expulso de outra. Bate em todos e não respeita ninguem.
Agora estou tentando a seguinte tática: fez malcriação ou agressão, a professora me liga, vou buscá-lo imediatamente (ele gosta de ir a escola) e fica em casa de castigo (sem poder usar o dvd player, somente podendo ver tv) até o dia seguinte.
Ele já entendeu o castigo, tanto q hj, qdo me vê chegando na escola já sabe que vem bronca, mas ainda não consegui um jeito de fazer com q respeite as professoras na escola (até pq todas gostam muito dele e acho q falta um pouco mais de rigor).
Adorei a ideia do sistema de fichas e gostaria muito de receber links ou estudos de como proceder isso. Acho que tvz possa funcionar na escola… o que vc acha? Pode me ajudar? Obrigada desde já e parabéns pelo blog!
Germano Henning
2 de Dezembro de 2011 em 8:57 AM (UTC -3)
Olá. Desculpe pela demora.
Todos nós, profissionais da saúde, ficamos muito apertados no final de ano.
Bom, sobre a história de Henzo, foi muito bom você ter buscado ajuda profissional desde cedo. O diagnóstico foi realizado aos 3 anos, por mais que este não tenha sido mantido. É muito importante o envolvimento de psiquiatras, psicólogos, pediatras, fono e outros desde cedo. Parabéns.
Já aviso que é muito difícil fazer análise de casos via internet. Porém, posso dar a minha opinião correndo o risco de ser impreciso. Vamos lá:
1) Inicialmente, essa dinâmica de “aprontar em sala de aula” e você buscar/voltar para casa não me parece ideal. O que você acredita que seja mais provável de acontecer no próximo dia? Você acha que ele vai se comportar corretamente ou incorretamente? Acredito, de primeira vista, que ele vai aprontar novamente, porque em casa tem a TV disponível de qualquer forma. Acredite, muitass crianças dizem que gostam da escola, mas em casa quase sempre é melhor!
2) Você tirar o dvd player, mas mantendo a TV, seria eficaz para ele? Se ele estuda de manhã, você pode combinar com ele: “Se você se comportar na escola, você ganhará a tv, dvd player e games até o próximo dia. Se você não se comportar, não terá a oportunidade para ganhar.”. Isso é bem diferente do que as ameaças que os pais normalmente fazem: “Se você aprontar, você vai perder a TV”.
Essa diferença sutil é importante, porque o primeiro está focado em comportamentos positivos e o outros apenas para a não-ocorrência dos negativos. Entendeu?
3) O sistemas de fichas parece ser eficaz, porém mesmo assim, é ideal que um profissional acompanhe a construção dessa tabela. Você já leu
http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/07/o-que-e-sistemas-de-fichas/ ? Lá no post eu escrevo sobre alguns cuidados que os pais devem ter e a importância de um profissional acompanhar, pois a chance de não cumprir a tabela sempre é altíssima.
Se precisar de indicação de psiquiatra ou de outro profissional, pode entrar em contato novamente. Combinado?
Obrigado e aguardo resposta.
carla
18 de Outubro de 2011 em 8:01 PM (UTC -3)
Concordo plenamente com Germano quando fala sobre diagnósticos. Sou Carla , mãe do Pedro que tem 10 anos, e foi diagnosticado aos 5 anos, com sindrome de asperger. Desconfiando, procurei mais 4 profissionais e 3 deles sugeriram a mesma coisa. Então, partimos para ação e hoje em seus acompanhamentos tem desmonstrado grandes melhorias (psicológico, medicação, psicomotricidade). È fundamental acertar nas condutas, baseado no diagnóstico mais preciso possível.
Ronald
28 de Novembro de 2011 em 4:59 PM (UTC -3)
Olá, tenho um filho de cinco anos e a seis meses foi diagnosticado TDO, TDAH, bipolaridade. Ele tem atraso na fala, não obedece quando contrariado, é agressivo e já foi praticamente expulso da pré escola. Ele esta nos deixando loucos, meu relacionamento com a mãe dele está ruim e não sei onde tudo isso vai parar. O estamos levando a psicologa, ao neurologista e a fono. O neuro receitou depakene e risperidona. O depakene ele esta tomado a uns quinze dias (duas capsulas ao dia e a risperidona a uns quatro meses. Sinto que a situação esta ficando mais difícil a cada dia. Ele é muito carinhoso mas não aceita ser mandado e quando entende que o que fez foi errado, pede desculpas, beija, abraça. Tento fazer ele entender que as desculpas não mudam o que foi feito, pois tenho medo que ele cresça achando que se ele fizer algo errado e depois pedir desculpas vai ficar tudo bem. Fomos ao geneticista e colheram sangue para fazer o carioótipo que ficara pronto em dezembro. Acho que deve aparecer algo, pois na minha família existem algumas suspeitas de problemas similares. O difícil vai ser aceitar que o problema dele pode ter vindo de mim (hereditário talvez). Mas o que eu quero mesmo é que ele melhore e que viva uma vida normal, que seja feliz e que não evolua para um TC. Agradeço a atenção e quando tiver novidades do exame nos falamos de novo!
Ronald
8 de Dezembro de 2011 em 7:53 PM (UTC -3)
Olá novamente. Saiu o resultado do cariótipo de meu filho, e o resultado foi normal; Isso elimina uma série de possibilidades, agora faremos (com o geneticista) um estudo do X (do XY) para ver se aparece alguma coisa. Estamos desconfiados de Xfrágil. É muito complicado não sabermos o que nosso menino tem. E esses medicamentos que ele toma, não estou vendo muita diferença nele. Continua muito díficil lidar com ele, não obedece, age por impulso, por vezes é agressivo, perde totalmente o controle. Não sei até onde isso pode ser manha, sei lá, precisamos descobrir o que ele tem e tratar da melhor forma possível para que possamos ter uma vida normal. Quando tiver novidades eu apareço, se alguém quiser fazer algum comentário eu agradeço, pois estamos meio perdidos aqui. Obrigado
Germano Henning
16 de Dezembro de 2011 em 6:04 PM (UTC -3)
Olá Ronald.
Desculpe pela demora.
Antes de tudo, agradecemos por compartilhar a sua experiência. É muito importante que você esteja procurando ajuda e que outras pessoas também possam se identificar com a sua história.
Infelizmente, não posso realizar uma análise sem conhecer você ou seu filho.
As opiniões dos profissionais já consultados são importantes e podem fornecer muitos dados, porém eu recomendaria uma análise com profissional especializado nesse tipo de caso.
Se você quiser alguma indicação em Curitiba, entre em contato e lhe informarei.
Patricia
23 de Fevereiro de 2013 em 1:27 AM (UTC -3)
Ronald, vi aqui sua história, sei que já se passou um bom tempo e espero de coração que tudo tenha melhorado, sofro o mesmo que vc, tenho um filho de 5 anos, carinhoso, companheiro, em casa é na maior parte do tempo um doce, mas com outras crianças fica impossivel, as escolas não querem ele, preciso trabalhar mas na escola não aguentam ele em periodo integral, não sei mais o que fazer, gostaria de saber da sua situação se vc conseguiu uma solução, desde já agradeço
karina
20 de Abril de 2013 em 3:04 AM (UTC -3)
ola.. gosaria de ter contato com vc.. meu caso é bem parecido.. pode me emandar um email?!
obrigada..
Carolina
3 de Janeiro de 2012 em 8:39 PM (UTC -3)
Puxa quanto sofrimento Germano de todos nós pais que enfrentamos esse problema. Gostaria de compartilhar algo que tem aliviado um pouco a minha dor. Em primeiro lugar muita fé, acreditar em Deus consola e dá esperança para lutarmos. Sempre fica aquela ideia de que vou encontrar alguem como vc Germano que terá uma palavra que me fará entender melhor as coisas e ajudará a agir.
Tenho um filho de 15 anos, foi uma criança ótima, linda, doce, amorosa, sempre dormiu cedo e se relacionava super bem com as pessoas (isso permanece). No entanto agora na adolescencia esta outro, foge, passa a noite na rua sem eu saber aonde e com quem ele esta, pois mente, andou matando aulas, foi reprovado.
embora nao esta envolvido com drogras, para ter dinheiro para as noitadas e passeios no shoping até ja roubou algumas coisas em casa a útlima foi chave do carro do avô, que ele acabou num acidente gravissimo, um carro muito caro, já o levei ao conselho tutelar, mas ele esta muito desafiador e nao aceita qualquer regras, sou divorciada e ele nunca teve contato com o pai. Tenho uma vida financeira regular, nao tenho dividas e profissionalmente considero-me realizada, concluindo a pouco um doutorado. Gostaria de saber será que meu filho pode ter o transtorno opositor? Ele nao foi criado preso nem com negligencia. Já chorei de mais e nem sei o que fazer. De-me uma palavra por favor
Germano Henning
11 de Janeiro de 2012 em 12:10 PM (UTC -3)
Carolina,
Muito obrigado por suas palavras de agradecimento. Percebo como você está preocupada com seu filho.
Acho que seria muito importante realizar uma avaliação detalhada do caso e iniciar um trabalho de psicologia, visando o estabelecimento de limites, organização da rotina, entre outros. A adolescência apresenta comportamentos típicos de uma fase do desenvolvimento psicológico, os quais não necessariamente se constituem em um transtorno como o TDO.
Você gostaria de uma indicação de profissional da área?
Atenciosamente,
Germano
Cynthia Santos
26 de Março de 2012 em 9:43 PM (UTC -3)
Boa noite!
Tenho um aluno de 05 anos, ele tem atraso na linguagem, dificilmente compreendemos o que ele fala, ele é extremante agressivo quando contrariado, tem dificuldade em se concentrar mesmo com brinquedos e jogos com baixo grau de dificuldade. Ele joga e chuta os brinquedos e tem atitudes agressivas com os colegas, beliscando e dando socos mesmo sem motivos, grita como se estivesse falando algo, mas não conseguimos compreender devido ao atraso na fala. Ele está frequentando a escola há apenas 3 semana e e já fui alvo de sua agressividade muitas vezes. A família começou o tratamento com ele faz apenas 1 mês e ainda não conseguimos contatar o psicologo dele. Estou muito preocupada pois estou esgotando minhas idéias, além disso as outras crianças presenciam ele agredindo as professoras e os outros alunos e tem muito medo dele. Como educadora não admito nem imaginar desistir dele, preciso de uma luz. Por favor!
Grata
Cynthia
Germano Henning
28 de Março de 2012 em 11:07 PM (UTC -3)
Olá Cynthia,
Eu imagino como é difícil para um educador ser alvo da agressividade de um aluno, principalmente quando os recursos para lidar com a situação estão acabando. Quando temos crianças nesse perfil, é difícil entender o que realmente se passa, tanto para esse menino com atraso na fala como para os outros, porque eles não sabem o porquê da agressividade. Essa agressividade não tem motivo em especial com você, mas sim com tudo que significar autoridade, pois ele será contrariado e “obrigado” a fazer tal tarefa. Por isso que é muito importante o envolvimento dos pais, principalmente da figura masculina.
Devemos aproveitar enquanto ele é pequeno, com ajuda profissional, para controlar a agressividade dele (com contenção, se houver necessidade), ensinar técnicas de auto-controle e deixar as consequências bem claras. Não é necessário o uso de punição. Realmente aconselho o uso de AT homem em sala de aula e/ou em casa.
Tente o contato com o psicólogo para ver se há possibilidade de ampliar a intervenção.
Se você quiser, posso indicar a leitura de alguns textos que estão no site, que poderão ajudar no seu trabalho.
Aguardo notícias.
Abraços e obrigado pela visita.
Renata
29 de Março de 2012 em 3:53 PM (UTC -3)
Meu filho tem 7 anos, sempre foi uma criança tranquila, muito carinhoso, mas também muito timido, fechado, tem muita dificuldade para fazer amizades. O unico probleminha que as vezes não aceita o não. Mas acaba chorando e aceitando. As pessoas sempre diziam se todas as crianças fossem como ele. Aos 03 anos qdo foi para escola, foi muito dificil a adptação na escola, mas adaptou-se.
Um exemplo de aluno, inteligente, disciplinado. Mas esse ano desde que começaram as aulas ele não que ir a escola, diz que sente medo, mesmo assim ele ia chorando e esperniando para escola.
Mas de um mes para cada a situação esta complicada, ele faz todos os seus deveres, mas qdo chega a hora de ir para escola é um verdadeiro tormento. No caminho de casa para escola ele tenta ate pular do carro fica muito agressivo para fugir de ir para escola. Se contrariar ele meu Deus, fica muito agressivo. Estou levando em um pisicilogo mas até agora nada. Esta dificil a situação tem que ir para escola, tem dia que ele fica tão agressivo que não consigo leva lo para escola. O que faço, o que pode ser isso. Essa mudança cruel de comportamento, sendo que ele nem gosta de brincadeiras empurrar….. Me ajude, me de uma luz, por favor.
Germano Henning
5 de Abril de 2012 em 1:28 AM (UTC -3)
Olá Renata.
Muito obrigado pela sua visita.
Como o seu filho já está em atendimento, sugiro que converse com o psicólogo para saber como avalia o caso e o que ele propõe. É importante deixar claro as queixas do “medo” de ir à escola e da agressividade.
Depois de ter um feedback, se quiser, entre em contato novamente.
Atenciosamente,
Hilcia
31 de Março de 2012 em 7:20 PM (UTC -3)
O que caracteriza, de fato, esse transtorno para uma diferenciação em relação a falta de limites, agressividade? Intensidade, frequência? É mais frequente a partir de que idade? É mais importante agir impondo limites?
Germano Henning
11 de Abril de 2012 em 2:45 PM (UTC -3)
Antes de tudo, obrigado pela visita.
TDO trata-se de um trastorno comportamental e está relacionado com falta de limites, falta de paciência, descontrole, “tudo fácil”, agressividade (quanto mais agressivo, mais fácil o adulto atende às demandas) e outros. A intensidade e a frequência depende de uma avaliação feita por um profissional da área, por isso acho ideal marcar uma consulta. É mais frequente na idade de 12-16 anos no sexo masculino. Sim, é importante impor limites, por isso que sugiro a leitura dos post: http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/10/educando-os-filhos-desafios-%E2%80%93-parte-1/ e http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/11/educando-os-filhos-limites-%E2%80%93-parte-2/.
Atenciosamente,
Anonimo
9 de Abril de 2012 em 1:08 AM (UTC -3)
Ola a todos!
Eu tenho pesquisado bastante sobre TDAH e TDO. Estou decepcionada com o que tenho visto. Tenho 24 anos e dês de pequena eu percebo que tem alguma coisa diferente em mim, nunca prestei atenção nas aulas da escola, sempre faço as coisas pela metade, sempre esqueço o que eu estava fazendo, etc. Mas infelizmente nesse mundo que vivemos onde os políticos querem controlar a população, eles inventaram algumas “doenças” neurológica que atrapalham a vida da pessoa, que é o TDAH, TDO e Bipolaridade. Mas na verdade isso não é uma doença, as pessoas que “sofrem” desse “mal” na verdade são o tipo de pessoas que o governo tem medo. São pessoas inteligentes ( Einstein, Da Vinci, Mozart), revolucionárias (Gandhi, Da Lai Lama). Como as pessoas com esses tipos de “doenças”, não são controladas, esse bando de baboseira foi inventado para “enfiar” um bando de remédios para inibir todo esse senso que só essas pessoas têm. Infelizmente somente 10% da população mundial tem esse “mal”. Gostaria que todos do mundo pudessem ver com os mesmos olhos que eu vejo. Pessoas sendo controladas por todos os lados. Não acredita. Assista esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=J5wVSVUwz-Q
É possível que vocês não acreditem, mas fiz a minha parte!
Anonimo
11 de Abril de 2012 em 12:44 PM (UTC -3)
Primeiramente, gostaria de dizer que gostei do site e esse post foi importante para complementar o meu trabalho na psiquiatria. Respondo a esse comentário que concordo e discordo.
Percebi que, com todo respeito, você está procurando conhecimento de um tema via internet, que não é aconselhável, quando falamos de ciência.
Eu entendo que essa relação entre políticos e Transtornos Psiquiátricos seja falsa, pois a discussão dos critérios diagnósticos não são questões políticas e os políticos nem participam dessas discussões. NUNCA VI um político em congressos científicos e acho que nunca verei. Rs. É claro que há várias áreas da ciência que tem influência política, como o caso da física aplicada, da biologia e da agronomia, mas não é o caso da psiquiatria ou psicologia. É uma questão de saúde pública. Seria mais interessante para o Estado não ligar para as questões psiquiátricas, pois seria uma economia de custos, já que o Estado é obrigado a dar muitos remédios caros à população.
Realmente muitas pessoas veem esses transtornos como “doenças” (como é visto no caso de gripe, febre) e utilizam o consumo de remédios de modo indevido (nesse ponto eu concordo com você). Porém, os transtornos psiquiátricos são questões comportamentais e biológico – o que difere da gripe – e necessitam uma intervenção medicamentosa e da psicologia. Por essa razão eu gosto de trabalhar com psicólogos.
Os grandes nomes como Einstein, Newton e outros gênios são enquadrados dentro do espectro autista e tem Síndrome de Asperger. Não confunda qualquer um com qualquer coisa. Já os outros não conheço os diagnósticos e aconselho não tentar.
Germano Henning
11 de Abril de 2012 em 3:03 PM (UTC -3)
Olá,
Gostaria de agradecer a sua visita e é importante você compartilhar a sua opinião e o vídeo.
Acho importante a variedade de comentários, mas é importante esclarecer que o TDO trata-se de um transtorno comportamental e por isso é fundamental que seja feita um trabalho psicológico e não apenas o uso de remédios. De qualquer maneira, você pode ver muitas pessoas sofrendo com esse transtorno de conduta e seria muita irresponsabilidade não tratar esse transtorno. Já o TDAH tem questões neurológicas envolvidas e isso é indiscutível na literatura. É diferente do que TDO.
Atenciosamente, Germano Henning
sueli FELIX DE oliveira
11 de Abril de 2012 em 11:49 AM (UTC -3)
Dificil começar, tenho um filho que fará onze anos em julho, faz algum tempo que ele vem apresentando um comportamento complicado, este ano resolvi não trabalhar para poder ajudá-lo, vou tentar ser objetiva, ele em alguns momentos é totalmente infantil, chupa o dedo, não dormi sozinho, morre de medo de escuro e percebo que de alguns insetos também, o ano passado fui chamada na escola pois briga com os amigos e hoje falou uma frase que me deixo em alerta disse- que quem não briga é coisa de “viado”, sempre chama o irmão mais velho de gay, tem uma certa aversão a negros, xinga os amigos, fala muito palavrões, chora quando não se faz o que ele quer,me provoca e irrita, até eu perder totalmente o equilibrio e agredi-lo( sei que é errado mais é quase impossivel controlar e isso ele faz com algumas pessoas também, uma duas vezes disse que queria morrer, nos primeiros anos de escola não falava com ninguém durante o ano inteiro, agora tem alguns amigos mais sempre briga, gosta de gatos, porém se o animal faz algo que ele não gosta também maltratá-o, não obedece de jeito nenhum até provoca, pede coisas numa insistência desgastante, ficou totalmente desorganizado, joga roupas no chão, papel de doces, não tem cuidado com suas coisas, é uma briga para tomar banho,quando menor levamos ele na fono pois demorou muito para falar, e no ortopedista pois arrastava o pezinho, fomos encaminhados ao neurologista que disse que por ele ser muito novo no momento nao daria para fazer nada – com o tempo ele andou corretamente,não consegue andar de bicicleta, é um pouco assustador agora que estou escrevendo, e ao mesmo tempo em alguns momentos é extremamente carinhoso e quando gosta de alguma coisa é extremamente inteligente- quando gostava de futebol sabia todos os jogadores e times de todos os países, carros a mesma coisa marcas cilindradas e etc, agora é rock conhece as bandas, músicas e instrumentos de uma forma até que admirável porque o que pergunta ele sabe meio do que do nada, estou tão triste , porque percebo e já me disseram minha irmã e amigas que deveria procurar ajuda, mas sempre achamos que é da idade no entanto tenho certeza que deve haver falhas na forma como o oriento, mais sinto que nós precisamos de ajuda, minha irma me disse algo sobre TDO -transtorno desafiador opositor,pesquisei e cheguei até vocês , por favor me orientem, pois o amo mais do que tudo nesse mundo mais está muito dificil a convivência.Obrigada, marquei com uma psicologa para quinta feira, ele atende adultos e crianças.
Germano Henning
11 de Abril de 2012 em 2:55 PM (UTC -3)
Olá,
Primeiro eu gostaria de agradecer a sua visita em nosso site.
Sobre a sua história, veja que você contou muitos detalhes e realmente é difícil lidar com esse clima de hostilidade. Você mencionou o fato de ele já estar em tratamento psicológico. É importante esperar a avaliação do profissional.
Infelizmente não conheço nenhum profissional em São Sebastião, mas talvez seja possível encontrar alguém em Guarujá.
Obrigado.
anonimo
30 de Abril de 2012 em 2:06 AM (UTC -3)
SOU TIA DE UM PRE ADOLESCENTE DIAGNOSTICADO COM O TOD E GOSTARIA DE AJUDAR. SINTO QUE A MAE DELE ESTÁ ESGOTADA E NAO SABE MAIS O QUE FAZER. TUDO QUE ESTA AO ALCANCE DELA TEM SIDO FEITO PELA MESMA, COMO LEVÁ-LO A TERAPIA, MEDICAÇAO ORIENTADA POR PSIQUIATRA, TEM BUSCADO ESTAR COM ELE NO SEU TEMPO LIVRE AOS FINS DE SEMANA. CONTUDO, UM DIA PARECE QUE A COISA ESTÁ MELHORANDO E, NO OUTRO, TUDO VIRA UM CAOS NOVAMENTE. SERÁ QUE ISSO UM DIA TERÁ FIM? DÁ PARA TER ESPERANÇA DE UMA MELHORA MAIS EFETIVA E NAO MOMENTANEA? QUAL O PAPEL DA FAMÍLIA NESSE CASO PARA AJUDAR? OUTRA COISA, ELE FICA MUITO TEMPO NOS AVÓS QUE SAO MUITO PERMISSIVOS E AS VEZES EXPLOSIVOS. QUAL O PADRAO QUE DEVEMOS ADOTAR ENQUANTO FAMÍLIA PARA AJUDARMOS, PORQUE POR VEZES, NAO SABEMOS O QUE FAZER E ACABAMOS TENDO QUE DISCIPLINAR MAIS SEVERAMENTE, COM BRONCAS E CASTIGO, O QUE É MUITO TRISTE. O QUE RECOMENDA, COM RELAÇAO AO COMPORTAMENTO DA FAMÍLIA QUANDO ELE ESTÁ CONOSCO. OBRIGADO
Germano Henning
10 de Maio de 2012 em 10:17 AM (UTC -3)
Olá.
Antes de tudo, agradeço a sua visita.
O mais importante, nesse seu caso, é avaliar qual é a intervenção, como é realizada e qual é o papel de cada profissional.
É importante sempre conversar com os profissionais e deixar claro as observações. A partir das orientações feitas pelo terapeuta, é importante a família ser rígida, em relação às orientações.
Sobre o envolvimento da família, sugiro que leia http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/01/envolvimento-dos-pais-na-terapia-infanti/.
Sobre como se relacionar com ele (bronca, castigo ou permissivo), sugiro que leia http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/10/educando-os-filhos-desafios-%E2%80%93-parte-1/
Atenciosamente, Germano Henning
Leonora
2 de Maio de 2012 em 5:33 PM (UTC -3)
Oi! Eu tou muito preoculpada com meu filho mais velho de treze anos ele mudou de uma hora pra outra, ele era compreensível nao aceitava muito as regras de casa mas fazia, derrepente ele mudou tá agressivo ,hostil, a 6 dias descobrimos que ele tá fumando cigarro,é a 2 dias ele furou a orelha como ele se ele pudesse fazer o que quizer sem te que pedir permissão, já falou de nao gosta de mim , que era pra mim deixa-lo em paz esquecer ele e ainda nao que mais mora comigo que ir pra casa da avó, desconfiou q ele tenha até experimentado drogas já q guando conversamos com ele, ele nao e convincente na resposta, tem hora que ele volta ser aquele meu filho de antes mas derrepente ele muda fica agressivo de novo
Germano Henning
10 de Maio de 2012 em 10:45 AM (UTC -3)
Olá Leonora
Antes de tudo, obrigado pela visita.
Acho importante deixar claro que o seu relato é muito comum. A fase da pré-adolescência é mais tranquila, mesmo com alguns momentos de desobediência e, quando ele entra na adolescência, aparece a agressividade, junto com a possibilidade do uso de drogas, rebeldia, etc. Para elaborar uma intervenção eficiente, é importante você procurar uma ajuda profissional.
Para qualquer dúvida, entre em contato novamente.
Atenciosamente, Germano Henning
Daniel Ernesto Canxixe
10 de Maio de 2012 em 5:46 AM (UTC -3)
GOSTEI DA OBSERVAVAO DA ESPECIALISTA. MAS ESPERAVA OUVIR ALGUNS CONSELHOS DELA PARA COM A MAE, VISTO QUE ELA FREQUENTEMENTE E EXPLOSIVA PARA COM SEUS FILHOS.
ADRIANA
15 de Maio de 2012 em 9:05 PM (UTC -3)
Ola , meu nome tem um filho de 8 anos que recentemente foi diagnosticado com o transtorno bipolar, . Vou contar a historia da vida dele…
A gestação dele não foi planejada, mas foi bem vinda e teve todo o amor , ele sempre foi agitado, com dois meses caiu do carrinho de bebe pois não ficava quieto, aos dois anos precisou fazer uma cirurgia para retirar as amidalas, adenoides e colocar dreno nos dois ouvidos, uma semana depois engoliu uma moeda de 5 centavos, eu me separei do pai dele quando ele tinha 1 ano e meio.
Quando tinha 3 anos conseguiu derrubar um armario de cozinha em cima dele resultando em quase uma amputação do dedo mindinho da mão pois ele ficou pendurado pela pele, mas graças a Deus não perdeu.. nesse época ele já frenquentava escola e a professora passou o maior aperto pois ele brincava como se a mão não estivesse machucada, aos 4 anos foi para o 1º período e ai começou a piorar tudo, pois ele não ficava quieto hora alguma e não deixava ninguem quieto. aos 5 anos começou a fazer acompanhamento para tratar a hiperatividade com o medicamento imipramina e depois o ritalina, aos 6 anos foi espulso de duas escola uma particular e uma publica, e foi quando começou as agressoes , aos 7 anos troquei ele de escola novamente, e foi nessa escola que consegui apoio, lá conseguiram uma professora apoio que fica por conta dele, e foi lá juntamente com o conselho tutelar da minha cidade ele começou a fazer acompanhamento psiquiatrico no inicio ele era tratado com o TOD, TDHA, e pouco tempo depois tentou suicidio se enforcando, fez tentativas com varios medicamentos, Depakene, respiridona, neuleptil, topiramato, nas crises que ele tem normalmente eu fico toda rocha e sempre alguma coisa quebra, no ano passado a escola chegou a acionar a pm pois ele pegou um cabo de vassoura e estava sentado com ele no patio da escola, e tem um detalhe ele não agride crianças e sempre adultos, no final de ano ele quebrou o dedo da vice diretora apos uma crise quando ela tentava segura-lo, esse ano exatamente dia 11-5-2012 ele teve a pior crise que eu já vi, estou toda roxa de mordidas e ele teve que ser amarrado com faixas numa maca para ser levado ao pronto atendimento da cidade onde foi administrado (IM) 1 ampola de diazepam, onde ele ficou mais calmo,…. Já não sei mais o que fazer com ele. pois tive que parar de trabalhar para tomar conta dele pois esse anos ouve mais duas tentativas de suicidio, esqueci de mencionar que ele agora fica se mordendo e apertando o pescoço como se quisese se sufocar…
Atualmente ele toma
5 ritalina
3 carbonato de litio
2 levozine,,
Eu já não sei mais o que fazer….
Germano Henning
20 de Maio de 2012 em 3:12 PM (UTC -3)
Olá Adriana.
Muito obrigado por compartilhar a sua história.
Acho que para o seu caso, é muito importante você e o seu filho serem acompanhados por um psicólogo, pois ele está apenas com uma intervenção psiquiátrica. Muito difícil essa medicação resolver definitivamente os problemas, pois os remédios não ensinam comportamentos novos. O ideal sempre é a fusão entre psiquiatra e psicólogo, porque, no caso do seu filho, o remédio seria uma ferramenta para controlar emoções e outras funções e o trabalho psicológico ajuda a ensinar comportamentos adequados e, principalmente, ajudar a mãe, que não há uma figura paterna.
Qualquer dúvida, entre me contato.
Atenciosamente,
Germano Henning
Luciana
18 de Maio de 2012 em 9:53 PM (UTC -3)
Boa noite,meu filho mais velho,de 6 anos demorou muito a falar,balbuciava algumas coisas,mas falar de fato só a partir dos 3 anos e tb foi diagnosticado com TDO. Fez sessões de fono e terapia ocupacional por 1 ano.Ainda possui alguma dificuldade nas pronúncias de algumas palavras e acho que devido a isso,as crises de Tdo voltaram,pois ele é muito auto-crítico e na escola está se recusando a fazer leitura,pois já me disse que os colegas não entendem o que ele fala e com isso ele tem medo de errar. Frequentemente está recusando a terminar as atividades em sala e tem poucos amigos,no recreio raramente interage com os colegas,brincando a maioria das vezes sozinho E quando aceita brincar com os colegas e é contrariado,fica irritado,esfrega os olhos,fecha as mãos com força,fica com a pele avermelhada,caminhando de um lado para outro ou se esconde embaixo da mesa,não fala com ninguem,cruza os braços e vira o rosto ignorando qualquer pessoa que tente falar com ele. Apesar disso,não é agressivo,com ninguem.
Esse mês está voltando a fazer sessões de fono,pois acredito que se ele conseguir pronunciar as palavras corretamente,vai lhe dar mais confiança e sua auto-estima vai subir.Ele é muito inteligente,otimo em raciocínio lógico matemático,é ótimo em desenho,mas por causa dessas crises e da dificuldade na fala não está acompanhando o ritmo da turma . Sou uma mãe presente,mas,preciso de ajuda para agir da melhor forma com meu filho.Como posso trabalhar com ele em casa ? Desde já agradeço a ajuda.
Germano Henning
21 de Maio de 2012 em 3:19 AM (UTC -3)
Olá Luciana.
Agradeço a sua visita.
O seu filho já passou por alguma avaliação psicológica? Tem algum diagnóstico? Acho importante o trabalho da TO e fono para esses tipos de caso, mas é importante que tenha avaliação psicológica, pois ajudará em uma intervenção mais completa.
A sua dúvida para trabalhar com ele em casa é para ajudá-lo na fala? Auto-estima? Auto-controle? Para esses aspectos, é importante que essas dicas sejam dadas por algum profissional próximo ao caso, principalmente psicólogos para orientação familiar.
Aqui no site, temos alguns post que podem auxiliá-la.
http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/10/educando-os-filhos-desafios-%E2%80%93-parte-1/
http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/08/o-papel-da-familia-no-tratamento-psicologico/
http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/07/o-que-e-sistemas-de-fichas/
http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/01/envolvimento-dos-pais-na-terapia-infanti/
Atenciosamente,
Germano Henning
David Sergio Hornblas
29 de Maio de 2012 em 11:32 AM (UTC -3)
É inacreditável como se fabricam transtornos, distúrbios e síndromes, usando para isso a lógica médica reducionista. Explicar eventos humanos considerados desadaptados é celeiro para o DSM, CID e indústria farmacêutica. No II Seminário Internacional sobre a Escola Medicalizada: A Era dos supostos transtornos, discutiu-se exaustivamente essas questões com profissionais do mundo todo e diferentes áreas de atuação. Como contribuição, encaminho um texto. Reflitam.
DISBICICLÉTICOS
Emilio Ruiz Rodriguez
Dani é uma criança que não sabe andar de bicicleta. Todas as outras crianças do seu bairro já andam de bicicleta; os da sua escola já andam de bicicleta; os da sua idade já andam de bicicleta. Foi chamado um psicólogo para que estude seu caso. Fez uma investigação, realizou alguns testes (coordenação motora, força, equilíbrio e muitos outros; falou com seus pais, com seus professores, com seus vizinhos e com seus colegas de classe) e chegou a uma conclusão: esta criança tem um problema, tem dificuldades para andar de bicicleta. Dani é disbiciclético.
Agora podemos ficar tranqüilos, pois já temos um diagnóstico. Agora temos a explicação: o garoto não anda de bicicleta porque é disbiciclético e é disbiciclético porque não anda de bicicleta. Um círculo vicioso tranqüilizador. Pesquisando no dicionário, diríamos que estamos diante de uma tautologia, uma definição circular. “Por qué la adormidera duerme? La adormidera duerme porque tiene poder dormitivo”. Pouco importa, porque o diagnóstico, a classificação, exime de responsabilidade aqueles que rodeiam Dani. Todo o peso passa para as costas da criança. Pouco podemos fazer. O garoto é disbiciclético! O problema é dele. A culpa é dele. Nasceu assim. O que podemos fazer?
Pouco importa se na casa de Dani seus pais não tivessem tempo para compartilhar com ele, ensinando-o a andar de bicicleta. Porque para aprender a andar de bicicleta é necessário tempo e auxílio de outras pessoas.
Pouco importa que não tenham colocado rodinhas auxiliares ao começar a andar de bicicleta. Porque é preciso ajuda e adaptações quando se está começando. Pouco importa que não haja, nas redondezas de sua casa, clubes esportivos com ciclistas com quem ele pudesse se relacionar, ou amigos ciclistas no bairro que o motivassem. Porque, para aprender a andar de bicicleta não pode faltar motivação e vontade de aprender. E pessoas que incentivem!
Pouco importa, enfim, que o garoto não tivesse bicicleta porque seus pais não puderam comprá-la. Porque para aprender a andar de bicicleta é preciso uma bicicleta. (Felizmente, os pais de Dani, prevendo a possibilidade de seu filho ser disbiciclético, preferiram não comprar uma bicicleta até consultar um psicólogo.)
Transportando este exemplo para o campo da síndrome de Down, o processo é semelhante. Desde quando a criança é muito pequena, apenas um recém-nascido, é feito um diagnóstico – trissomia do cromossomo 21 – por um médico especialista, e verificado, com uma prova científica, o cariótipo. A partir disso, entramos em um círculo vicioso no qual os problemas justificam o diagnóstico, o qual, por sua vez, é justificado pelos problemas. Por que a criança não cumprimenta, não diz bom-dia quando chega, nem adeus quando vai embora? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Achei que era mal-educada.
Por que a criança não se veste sozinha, e sua mãe a veste e despe todos os dias, se já tem oito anos? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe tinham ensinado.
Por que continua a tomar mamadeiras se já tem seis anos? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Imaginei que era comodismo de seus pais.
Por que a criança não sabe ler? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe haviam ensinado.
Por que não anda de ônibus? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe permitiam fazer isso.
E, assim, uma lista interminável de supostas dificuldades que, por estarem justificadas pela síndrome de Down, não necessitam de nenhuma intervenção, além da resignação. Todas as suas dificuldades se devem à síndrome de Down.
Podemos estender a qualquer outra deficiência em que o diagnóstico médico ou psicológico possa ser utilizado como desculpa para nos eximirmos de responsabilidades. Se classificamos a criança como disfásica, disléxica, discalcúlica, disgráfica, deficiente visual ou auditiva, mental ou motora, disártrica ou simplesmente disbiciclética, estamos fazendo algo mais do que “colocar um nome” no que pode acontecer com uma criança. Estamos criando expectativas naqueles que a cercam.
Por isso, eu sugiro que antes de comprar uma bicicleta para seu filho ou sua filha, comprove que não sejam disbicicléticos. Não vá que aconteça imediatamente após a compra dar-se conta de que se jogou dinheiro fora.
Claudia
30 de Maio de 2012 em 11:55 AM (UTC -3)
Olá,
Tenho um filho de 05 anos que desde os três anos e meio, quando foi para escola a primeira vez começou a não respeitar as regras e bater nos amigos quando contrariado. Esta ano, ele foi para outra escola e começou tudo de novo. Embora ele apresente alguns destes sintomas: não obeceder regras, desafiar, se irritar facilmente, não gosta de ser contrariado…. tem duas questões que me fazem ficar em duvida sobre a possibilidade de ele ter o TOD. Primeiro, ele não suporta perde em qualquer tipo de brincadeira, embora nós pais, incansavelmente explicamos para ele que perder faz parte da vida e que não há problemas nisso. Sendo assim, se ele não perde na brincadeira, ele não bate no amigo. Ele quer sempre ter razão, se ele tiver razão ele não se irrita. Outra coisa que acho interessante é o fato de que as atitudes de bater e desobedecer começa depois de um tempo quando ele está num ambiente novo. No começo do ano ele ia bem na escola, depois de abril é que começou os maiores problemas (não seguir as regras e bater nos amigos quando contrariado). As vezes eu fico até na dúvida pensando se ele faz de propósito ou se ele realmente não consegue se controlar, porque eu o deixo no portão da escola e explico que não pode bater nos amigos, ele concorda, diz que vai se sair bem naquele dia, quando vou buscá-lo, lá está ele sentado separado dos amigos porque não se comportou. Alguém pode me ajudar sobre o que fazer por favor??
Ah, ele já frequentou o psicologo por uns 04 meses que até então não deu diagnóstico nenhum especifico e frequentou por dois meses terapeuta ocupacional (método padova) que atestou que do lado cognitivo ele não tem nenhuma dificuldade.
Germano Henning
11 de Junho de 2012 em 3:08 AM (UTC -3)
Claudia,
Muito obrigado pela sua visita e comentário.
Atendo alguns casos nesse perfil que você relatou e é importante levá-lo para uma avaliação profissional. Antes de ter o diagnóstico, vale a pena pensar sobre a função do diagnóstico para o seu filho.
Sobre a atuação do psicólogo, ele realmente não precisa do diagnóstico para exercer o seu trabalho e, o mais importante, não explica o porquê do comportamento. Esse texto pode auxiliá-la: http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/09/o-diagnostico-na-psicoterapia/
Se precisar de algumas indicações, posso ajudá-la.
Obrigado.
luciane
31 de Maio de 2012 em 7:08 PM (UTC -3)
Olá, Germano, primeiramente, obrigada por responder os emails, pois é muito importante uma orientação.
A minha pergunta é a seguinte: meu filho foi diagnosticado pelo psiquiatra com TDO, com 12 anos, passou a tomar remédios, melhorou bastante, o problema foi qdo chegou as férias que ele deu uma relaxada nos remédios e parou de tomar, pois bem hoje ele está com 13 anos, desistiu de estudar, desistiu do basquete, fica acordado a noite toda no computador, no dia seguinte acorda lá pelas 13:00 horas e volta para o computador, as conversas são impossíveis, qdo não, ele agride e grita, está totalmente desistimulado para qualquer coisa, não sai de casa pra nada, só quer ficar no computador dia e noite, já tentei fazer algumas trocas com ele, mas não tive sucesso e o pior ele não quer ir de modo algum ir no médico e muito menos tomar remédio e voltar a terapia, a pergunta é a seguinte, qual o procedimento que
eu devo tomar, como eu devo agir, para conseguir leva-lo ao médico, retornar a terapia e remédios.
Estou perdida, já não sei mais como agir, por favor me orienta.
Deus abençõe, obrigada!
Germano Henning
11 de Junho de 2012 em 1:29 AM (UTC -3)
Luciane,
Antes de tudo, obrigado pela visita e pelo comentário.
É muito difícil quando o filho adota essa postura, deixando os pais quase sem opções. Acredito que existem outros textos dentro do nosso site que pode te ajudar como http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/03/vicio-em-videogame/ e http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/11/educando-os-filhos-limites-%E2%80%93-parte-2/
O vicio em videogame pode ser substituído facilmente pelo computador.
Ressalto que é importante o acompanhamento profissional e, como o seu filho não vai à terapia, principalmente de um AT. Consulte o psiquiatra para ver se há indicações.
Agradeço o contato e obrigado.
CPS
15 de Junho de 2012 em 9:18 PM (UTC -3)
Boa noite,
Vou contar um pouco sobre o meu filho, ele hoje tem 4 anos, tive uma gestação tranqüila apesar de ter tido que parar de trabalhar devido ao diagnostico de placenta previa, durante o parto ele engoliu liquido aminiotico ficando com uma traquinei e tendo que ficar na ÚTI neonatal por 4 dias e 3 noites, depois disso tudo normal, nunca tive problemas maiores. Aos 18 meses ele foi para a escola e muito lindo nao teve problema algum para se adaptar, ficou muito bem, com um mês de aula ele começou a chorar incontrolavelmente sem que nada nem ninguém acalentasse, passou depois de uma semana eu ficando direto com ele. Com dois meses e meio de aula ele começou a morder todas as crianças, conversava com ele mas mesmo assim continuava a morder até começar a me morder bastante, teve uma época de ficar usando blusa de manga comprida pois eu ficava muito marcada, marcadas roxas. Nesta época meu marido morava fora e só vinha de 60 em 60 ele ficava bem perdido a cada vinda e ida do pai, ele levou todo esse 1 ano de escola com esse comportamento, brigava, gostava dos coleguinhas, procurei um psicólogo que fez uma entrevista comigo e com meu marido ele achou que era uma fase da criança e que nao precisava levar adiante sessões com a mesma mas que precisava fazer algumas sessões com o pai e a mãe separados eu fiz e logo ele achou que nao ia precisar continuar comigo porém precisava ver o meu marido sempre a cada ida dele, meu marido nao levou a serio e largou, o profissional sentiu uma dificuldade de meu marido em disciplinar o filho, mas ele deixou de ir.
Meu marido resolveu nos levar para o local em que ele estava e chegando lá colocamos na escola na 1 semana a escola disse que ele tinha batido, mordido, foi uma luta muito grande nao tenho como falar tudo o que aconteceu vou resumir a professora e a coordenadora batia nele sempre e quando ele fazia alguma coisa deixava ele preso na sala sozinho enquanto ele via pela janela o que os colegas faziam lá fora, amava os colegas, sabia de todos. ( ele passou a me contar tudo). Tiramos ele da escola depois de 3 meses e meio.
Deu as ferias e ele foi para outra escola, lá ele nao escuta ninguém, nao aceita os comandos, bate, belisca, arranha,se ele estiver andando e tiver crianças sentadas no chão ele pisa nos dedos dos colegas, ele nao gota de criticas, caso seja criticado ele fica muito agressivo, se caso ele tropeçar em alguma coisa e um colega rir ele fica com muita raiva e bate, da socos, murros e chutes, cospe os colegas, quando a professora coloca na disciplina ele sai tenta agredir a mesma, nao faz questão de se introsar com as outras crianças, parece que ele desliga agente chama chama e ele nao ouve, se um amigo estiver na sala de aula e faz um castelo de blocos e a professora elogia ele vai lá e desmancha, na natação ele quer fazer os exercícios sempre antes de todos, fala muito, faz muita gracinha para chamar atenção de adultos e crianças bem mais velhas, ensino a ele a pegar no lápis e ele erra muito na pegada mesmo que eu ensine milhões de vezes, na hora da refeição ele tem fome, quer comer mais nao tem atitude de pegar no garfo com muito custo e insistência ele pega no talher, suja tudo, demora uma vida para comer, me chama de idiota, malvadona, burra. Ele é super mais super inteligente, é carinhoso em alguns momentos, é lindo e se acha lindo. Percebo que na escola ele fica sempre só, vejo outras crianças bem unidas que se identificam correndo brincando ele nao, vejo crianças marcando p sair encontros mas ele nao participa disso. Agora ele deu p mentir com coisas simples, conta muita história, tem uma imaginação bem fértil. Deu para dizer coisas bem estranhas que quer comer carne humana, osso humano, que fulano vai morrer, que sicrano morreu, que quer comer fezes e beber urina..
A impressão que eu tenho é que ele precisa de regras a cada segundo sinto que nao da para desligar 1 minuto, estou bem esgotada pois muitos já rotularam, tem mães que nao gostam dele, ele nao é convidado para muitas coisas, sinto que tem pessoas na família que isolam ele. Meu marido é maravilhoso mais nao conto com ele para disciplina-lo pois ele mesmo diz que nao consegue, e quando ele fica nervoso ele diz que ele tem problemas ele até já chegou a cogitar se nao é influencia sobrenatural, como eu sou muito católica me apego a Deus e peço que dê sabedoria para mim como mãe para procurar o caminho certo o que devo fazer, me ajudem por favor.
Germano Henning
2 de Julho de 2012 em 2:24 PM (UTC -3)
Olá Carina.
Agradeço a sua visita e o seu comentário.
Você relatou muitos detalhes importantes da história do seu filho e realmente aconselho você procurar auxílio de psicólogo (principalmente para ajudar no estabelecimentos de regras, limites, rotina, orientação para os pais e intervenção nos aspectos emocionais e ambientais) e psiquiatra, devido aos episódios de agressividade e raiva.
Como ele ainda é novo, procure ajuda o quanto antes. Sei que é muito comum os pais, principalmente o marido, acharem que conseguem resolver o problema por conta própria, mas, por outro lado, é muito comum as tentativas serem frustrantes e a dificuldade apenas aumenta.
Se precisar de alguma indicação, talvez eu posso ajudar.
Obrigado.
CPS
5 de Julho de 2012 em 10:33 AM (UTC -3)
Bom dia Dr Germano,
Obrigado por me responder, o senhor poderia me indicar uma pessoa, fico no aguardo obrigado.
Germano Henning
13 de Julho de 2012 em 1:03 AM (UTC -3)
Olá.
Enviarei a indicação por email.
Está difícil de encontrar algum terapeuta para esse perfil.
Ok?
Abraços
Rose
20 de Junho de 2012 em 7:42 PM (UTC -3)
Estou muito preocupada com meu sobrinho, pois desde pequeno ele é uma criança difícil,mordia e batia nas outras crianças sem motivo, mas aceitava o castigo e depois pedia desculpas, agora com 4 anos, não aceita mais o castigo, enfrenta os pais, apanha mas não pede desculpas, não obedece, agride o pai, pois a mãe ainda se impõe a ele, mas a enfrenta e não obedece. Um dia desses a mãe o colocou de castigo na sala, e por ele não aceitar, a mãe fechou a porta, pois ele deu um soco na porta que trincou o vidro e chegou a machucar a mão dele. Mas é inteligente e algumas vezes carinhoso, mas so sabe brincar agarrando as outra crianças e no final bate, pois não consegue brincar bem. Já falei com a mãe dele para leva-lo ao psicologo, mas ela faz resistência.
Germano Henning
2 de Julho de 2012 em 2:30 PM (UTC -3)
Olá Rose.
Obrigado pela sua visita.
É muito difícil ver uma situação com o outro e não poder ajudar.
Provavelmente tem outras questões, pois há episódios de brigas no meio de brincadeiras. Não parece uma questão especificamente com os pais.
Se precisar, entrem em contato.
Abraços
silvana blodorn
1 de Julho de 2012 em 3:34 PM (UTC -3)
preciso de ajuda urgentemente, não sei de um profissional competente para esta agressividade toda, foi dignosticado sindrome de asperger pelo neurologista, pela psicopedagoga foi dito do transtorno opositor desafiador, meu marido sofre do coração é transplantado renal à 27 anos creio que o mais velho no Brasil vivo, por favor aqui em Timbó – SC não temos muita opção não sei como proceder, imploro ajuda a situação é insustentável a cada dia que passa, às vezes penso que vou infartar antes que meu marido, por favor me indique algo que iniciarei para ontem. agradecida.
Germano Henning
2 de Julho de 2012 em 2:35 PM (UTC -3)
Silvana,
Posso tentar te ajudar com algumas indicações o quanto antes.
Vou procurar algum terapeuta na região de Blumenau.
Abraços.
Germano Henning
13 de Julho de 2012 em 1:01 AM (UTC -3)
Já enviei a indicação para o seu email.
Boa sorte.
Atenciosamente.
Germano Henning
Fabrícia Linhares - ES
13 de Julho de 2012 em 12:55 AM (UTC -3)
Boa tarde!
Meu nome é Fabricia, encontrei o contato de vocês na internet e achei muito interessante, sou mãe de João Lucas que tem 8 anos. Estou muito confusa e aflita, meu filho tem apresentado uma série de comportamentos desagradáveis identificados aos 4 anos de idade, quando começou a ir para escola. Comportamentos como desobediência, agressividade, ansiedade, muita inquietação, faz algo de errado mesmo sabendo que é errado, e quando vamos conversar sobre esta ação fica calado e fala que não sabe porque fez isso. Já é a 3ª escola que questiona o comportamento dele, a professora tem dificuldade em lidar com ele, não consegue fazer com que ele obedeça, as notas dele são muito boas não tem dificuldade de aprender, mas atrapalha parte da sala de aula, não fica quieto no lugar, mexe em coisas e com os colegas. Já levei em 3 psicólogos, o primeiro deu um diagnóstico de TDAH, encaminhou meu filho para um neuro, foi paassado um medicamento e ele não se adaptou (Ritalina), ficava passado, não comia, parecia um zumbi, perdeu muito peso, trocou a medicação por Pamelor de 25mg, no começo achei que ele estava mais calmo, mas agora parece tudo igual…Então levei a outro profissional que pediu exame de vista (deu normal), exame de audição (deu normal), não fez nenhuma avaliação cognitiva e deu o diagnóstico de Transtorno Opositor, a psicóloga mudou-se então levei na 3ª profissional que fez psicoterapia por 3 meses antes de me dar o diagnóstico, falou que ele não tem nada, que João Lucas precisa de limites, muito atenção e amor, que de fato ele é muito elétrico e ansioso, que o ideal é colocá-lo em atividade física e impor regras em suas rotinas. Tenho feito isto, melhorou, mas não acabou as vezes ele ainda se comporta com irritação, teimosia e ansiedade. Em casa administramos, porém encontro uma forte dificuldade na escola. A escola não concorda com o laudo da terapeuta que ele não tem TDAH, pedi a terapeuta para ir a escola conversar com eles, mas insistem que meu filho precisa de ajuda médica, isso tem me deixado muito angustiada. Como posso proceder?
Grata.
Att.
Germano Henning
13 de Julho de 2012 em 12:57 AM (UTC -3)
Olá Fabrícia.
Agradeço a sua visita e o seu comentário.
O primeiro psicólogo receitou Ritalina? Ele era psiquiatra ou era psicólogo?
Importante é deixar claro que o Transtorno de Conduta, diferentemente da maioria de outros transtornos, tem uma maior influência do ambiente, isto é, as regras “frouxas”, ausência de rotina, falta de limites e outros são os principais “causadores” desse tipo de transtorno. A observação do terceiro psicólogo não deve excluir o TDO, pois as recomendações dele é exatamente para esse perfil!
Agora, é importante separar alguns pontos importantes:
- A escola não pode fazer um diagnóstico, ou seja, deve ser realizado uma avaliação com um outro profissional para averiguar se o filho tem TDAH. A escola pode fazer a reunião e é muito importante esse diálogo entre a escola, profissionais e os pais. Se não estiver bem amarrado esse laço, a intervenção fica muito instável.
- Ele pode ter TDAH e TDO, pois os dois transtornos não são excludentes.
Espero ter ajudado.
Obrigado.
Anonimo
3 de Agosto de 2012 em 6:44 PM (UTC -3)
Boa Noite!
Minha Sobrinha Laís é uma criança mto inteligente.Começou a ser alfabetizada aos 3 anos e hje,aos 5 anos,já começa a ler.Porém de um ano para cá,ela vem apresentado uma agressividade até entao incomum.Ela joga o q tiver nas maos e em qualquer pessoa q a contrarie.Já acertou a avó idosa na cabeça com um cabo de vassoura,o q pegou todo mundo de surpresa.Morde e chuta as tias,a mae e as irmãs.Ninguém pode contrariá-la.Ela agride a qualquer um,e se chamar sua atenção,ela imediatamnte faz a mesma coisa,desafia e se revolta.Ela se sente mal em ter q ser gentil (dizer por favor,com licença),Na escola,ela parece ser outra criança:Quieta,super obediente às professoras.A família de modo geral é mto permissiva.Naum tem controle sobre ela. Honestamente,naum tenho a menor vontade de frequentar a casa de minha mae qdp ela está lá,pq eh um verdadeiro tormento.Fazer um tratamento com um psicólogo ajudaria?
Grata
Germano Henning
5 de Agosto de 2012 em 11:26 PM (UTC -3)
Olá.
Agradeço o seu comentário e a sua visita.
Nesse caso, você pode estar acompanhando a início de comportamentos disruptivos, que, quanto antes avaliados e tratados, melhor.
O importante é notar o grau da agressividade e o contexto que é evocado, como, por exemplo, apenas dito um “não”. Nesse ponto, é importante também orientar os pais para estabelecerem melhor uma relação de autoridade com limites claros.
Portanto, respondendo a sua pergunta, pode ajudar sim, tanto avaliação quanto pela intervenção e orientações aos pais.
SELMA
6 de Agosto de 2012 em 12:13 AM (UTC -3)
oi,tenho um filho de quinze anos e nao sei mais o que fazer ele me desafia a todo tempo e as veses foges e passa a noite fora meu marido acha que devemos internalo em um colegio nao tenho coragem o conseho tutelar pode me ajudar como fazer para contatalos pois acho dificil ele me acompanhar ja passei ele no pssicologo e ele deu auta ,tenho medo de perder o meu filho os amigos dele sao tudo maior de idade ,as veses ele pega a moto dopai trabalhar e sai escondido ate o carro ja chegou a pegar tenho outro filhos oque fazer?
.
Germano Henning
17 de Agosto de 2012 em 11:22 AM (UTC -3)
Olá Selma.
Obrigado pela visita e comentário.
Internar em um colégio? Você diz colégio integral? Ele estuda em qual colégio?
Você pode procurar alguma instituição para orientação e tratamento ou ter uma equipe multidisciplinar. Na sua cidade, qual é a possibilidade?
Em relação às medidas rápidas, as chaves dos veículos devem ser bem guardadas.
Se o seu filho teve alta, aconselho, também, voltar a conversar com esse psicólogo e pedir uma reavaliação.
Qualquer dúvida, entre em contato novamente.
Marlene
6 de Agosto de 2012 em 9:45 PM (UTC -3)
Olá, boa noite
A imagem da menininha apontando o dedo se parece muito com meu pequeno, com a diferença que ele faz “cara di mau”, segundo ele mesmo! Então, meu Davi fará 4 anos no dia 20 próximo. Desde pequeninho foi um pouco diferente de minhas meninas, de 20 e 16 anos. Quando bebê, gritava desesperado, como se algo sério estivesse acontecendo. Depois, passava, dormia. Gritava quando queria dormir, gritava porque acordava, gritava quando tinha fome… E assim foi crescendo, cercado de amor e cuidado de toda a família, exceto o pai, que somente se fez presente até seu 8º mês de vida. Minha mãe, meu padrasto e minhas filhas sempre me auxiliaram nos cuidados com ele. Trabalhei fora desde seus 3 meses. Ele parece nunca ter acostumado com minha ausência, com minhas saídas para trabalhar. Evitei ao máximo ficar muito tempo longe dele, ficar fora de casa à noite só muito raramente.
Há cerca de um ano e meio, meu pequeno começou a ter uns surtos de gritaria, desespero, agressividade, se jogando contra as paredes, contra mim, nada nem ninguém conseguindo controlá-lo. Em uma madrugada em que isso aconteceu, saí com ele para o pronto atendimento, ele foi inclusive passado à frente das demais pessoas, devido ao estado em que se encontrava. O médico que o atendeu encaminhou ao atendimento na pediatria de uma faculdade da cidade, sugerindo, no próprio encaminhamento, que ele fosse reencaminhado ao neuropediatra. O pediatra que o atendeu disse ser desnecessário, que o meu filho tinha mesmo era manha, crises de birra sem nenhuma fundamentação de ordem neurológica ou psiquiátrica. Em alguns momentos, dizia ser falta de atenção e cuidado da família, principalmente minha, com meu filho. Em outros, dizia ser excesso de atenção. Lembro do seu diagnóstico: “crise paroxística não-epiléptica”. Disse ser desnecessário o encaminhamento dele ao neuro, até porque seria somente para tirar o lugar de outra criança que de fato precisasse, que tivesse um problema real a ser resolvido.
Davi teve vários outros episódios semelhantes. Depois de um tempo, diminuiu um pouco a frequência. Mas, há alguns meses, tudo voltou ao estado anterior, acentuando-se nestes últimos 15 dias. Tornou-se extremamente agressivo, agitado, inconformado com qualquer contrariedade. Parece sequer perceber minha presença quando isso acontece. Grita, xinga, profere palavrões, me manda embora, diz que vai me matar. Me chuta, bate, morde, fica com uma força além do normal, chegando ao ponto de rasgar minhas roupas. Outro dia, em função do banho, quebrou coisas com as próprias mãos no banheiro. Muitas vezes, não consigo contê-lo, não sei se fico nervosa com a situação e perco a força, ou se a força dele realmente se torna muito maior, supera a minha. Ele faz tudo isso, depois que passa, fica um doce de criança. Aí converso com ele, explico que fez muito feio, que foi errado agir daquela maneira. Mas, ele inverte o jogo, diz que está estressado comigo, porque eu fiz feião, fiz ridículo com ele. Que me porá de castigo caso eu repita. Ou seja, ele transfere a culpa de seus atos para terceiros, quer seja eu, ou suas irmãs, avó ou avô. Ainda: tem traçado planos para matar sua priminha de um ano. Ontem mesmo, disse que iria comprar uma corda bem forte, para amarrar suas mãos e pernas, que encheria sua boca com papel, e colaria um plástico em sua boca, para que ela não vivesse mais. Ou então, que vai comprar uma escada muito alta, que chegue até o céu, para que o papai do céu fique com ela pra sempre.
Não conseguiu se adaptar na escola. A primeira tentativa foi em 2010, em escola particular. Não conseguimos mantê-lo lá nem por 15 dias, mesmo com a companhia da avó. Em 2011, a tentativa foi em uma ótima escola pública. Mesma situação, porém nesta as professoras insistiram em que eu o deixasse, mesmo chorando. Segui seus conselhos, houveram dias em que ele chorava todo o período de aula. Elas diziam que eu não poderia ser fraca, não poderia deixá-lo me manipular, enfim enfim enfim… Até que chegou o ponto em que a própria escola desistiu dele!
Então, como dizia, ele piorou nos últimos dias. Levei-o ao hospital infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis (residimos em Palhoça). O pediatra plantonista que o atendeu sugeriu o diagnóstico de TDO, ou TOD, como prefira, associado à TDAH, este último sugerido também há um tempo por um outro pediatra.
O próximo passo que devo dar, é a procura por atendimento especializado, qual seja: neurologia, psiquiatria e psicologia. Estou decidida a cumprir com minha obrigação de mãe, fazendo todo o necessário para meu que meu pequeno cresça saudável, com melhor qualidade de vida, nos dando e sentindo principalmente alegria, momentos felizes. Mas, não sei exatamente como farei, o sustento dele é responsabilidade apenas minha, assim como de uma de minhas meninas, visto a outra já ser adulta. Peço-lhe encarecidamente que me auxilie neste processo, que me indique aqui na minha cidade, ou mesmo Florianópolis, São José, enfim, um atendimento gratuito, pois sequer trabalhando estou em função da situação exposta. Estou ficando com ele 24 horas por dia, as crises de agressividade tem sido muito constantes, chegando a 5, 6, até mais em um único dia.
Agradeço imensamente.
Marlene
Germano Henning
17 de Agosto de 2012 em 11:44 AM (UTC -3)
Olá Marlene.
Obrigado pela visita e pelo comentário.
Realmente é importante que haja uma avaliação por um psicólogo especializado na área. É importante ressaltar que, o quanto antes fizer, melhor.
Acredito que pode ser necessário uma mudança na rotina, mas é importante você aguardar as orientações de alguém próximo ao caso.
Vou procurar algum terapeuta nessa região para esse perfil e enviarei por email.
Atenciosamente.
Márcia
7 de Agosto de 2012 em 9:48 AM (UTC -3)
Olá,
tenho um filho de 12 anos que foi diagnosticado com TDO, irá começar um tratamento essa semana com uma fonodióloga e com psicóloga. Ele é extremamente inteligente. Lí sobre os sintomas,mas não se encaixa em todos, ele nunca foi uma criança agressiva, na hora em que pedimos pra fazer alguma coisa ele as vezes diz “não vou fazer”, mas nem se passa 1 minuto e ele faz. Tem muito respeito aos professores e autoridades. Ele é imaturo não se comporta com um pré adolescente, é bem infantil, não come comida normal, só que ele gosta, chupa dedo. E aconteceu um fato na escola que ele ameçou se jogar do 2 anda, suas notas cairam muito, não consegue responder o que está sendo perguntado nas provas. Ama fazer amizades mas tem dificuldades pq é infantil. Mas é um menino muito amável e educado. Porem ansioso e muito irritado e Ingênuo demais e desiste das coisas se for difícil de conseguir. Será que o diagnóstico está certo por não ser ele agressivo? Estou muito angustiada e não sei o que fazer.
Germano Henning
17 de Agosto de 2012 em 11:56 AM (UTC -3)
Olá Márcia.
Obrigado pela visita e pelo comentário.
Como eu não estou próximo do caso, não posso dar uma avaliação precisa. O seu filho não tem comportamentos agressivos e, mesmo com os “não”s, ele faz. Acredito que não preencheria os critérios do diagnósticos. Esses critérios do TDO são realmente mais graves, com vários episódios de agressividade, sem respeito à autoridade e outros. Porém, há um consenso entre os profissionais que o “início” do TDO seja o excesso de “não” para qualquer demanda, mas a criança ou adolescente realmente não faz, o que difere do seu filho.
Acredito que seria importante investir nas habilidades sociais dele, que, uma vez desenvolvidas, os comportamentos infantis e o melhor convívio social diminuem esses episódios, que você relatou.
Aqui está um link para um texto sobre habilidades sociais. http://www.nucleopercepcao.com.br/2012/07/a-importancia-das-habilidades-sociais/
Obrigado
Elizete - Guarulhos-SP
15 de Agosto de 2012 em 11:43 AM (UTC -3)
Olá, tenho um filho que ira completar 12 anos e desde o seus 4 anos apresenta comportamento que ja fora identificado como asperger e TDO. Ele nao consegue ficar na escola por um periodo de 2horas, ja utilizou varios tipode de medicação como: risperidona, topiramato, neuleptil e epilenil, é agressivo, hostil e nao tem amigos. Ja tentou cortar a jugular 3 vezes em minha casa usa frases do tipo “quero morrer, por que nao deixou morrer no parto?”, “você quer me ajudar mas nao pergunta se eu quero ajuda”, “e sempre fala que quer morrer”. Sou sozinha e nao posso parar de trabalhar. Se voce souber de algum terapauta em guarulhos fico agradecida.
Germano Henning
17 de Agosto de 2012 em 11:59 AM (UTC -3)
Olá Elizete.
Obrigado pela visita e comentário.
Vou buscar um terapeuta na região de Guarulhos e enviarei por email.
Abraços.
Fernanda
28 de Agosto de 2012 em 12:09 PM (UTC -3)
Olá, tenho uma filha de 3 anos e meio e estou preocupada com alguns comportamentos dela.
Se irrita com facilidade, As vezes agride ou atira objetos quanto contrariada. Por exemplo: digo a ela para não ficar brincando com agua, fechar a torneira , ela não obedece, falo várias vezese de repente ela joga o objeto que ela está colocando agua. Fico brava com ela e as vezes em seguida ela ja me abraça, pedindo colo, dizendo te amo, daí um tempo está fazendo a arte de novo.
Outras vezes está brincando com outra criança e de repente dá um empurrão na mesma ou arranha. Até mesmo com os adultos da família que ela tem mais proximidade.
Estou preocupada, será que é falta de autoridade ou é sinal de algum transtorno?
Germano Henning
16 de Setembro de 2012 em 7:39 PM (UTC -3)
Olá Fernanda.
Obrigada pela visita e comentário.
Comumente, a falta de autoridade e Transtorno de Conduta estão ligadas. Como já respondi no comentário acima, o transtorno de conduta tem influência significativa do ambiente, ou seja, a falta de autoridade ajuda “produzir” TOD, mas não é determinante.
Portanto, se há uma dificuldade em organizar esses detalhes de como se comunicar com a filha, a intervenção de um psicólogo poderá ajudar tanto na terapia individual infantil como orientação de pais.
Qualquer dúvida, só entrar em contato novamente.
Abraços.
Rose
31 de Agosto de 2012 em 8:14 PM (UTC -3)
Olá!
tenho um filho de sete anos com um perfil de bipolaridade e altas habilidades. Não temos diagnóstico, apenas suspeitas.
Por onde começo a investigação para um possível tratamento?
Psicólogo, neurologista ou psiquiatra?
Onde conseguir tratamento gratuito ou com preço acessível no Rio de janeiro?
Agradeço demais se me ajudar!
Germano Henning
16 de Setembro de 2012 em 7:48 PM (UTC -3)
Olá Rose
Obrigado pela visita e comentário.
Posso ver alguma instituição que poderia abordar esses diferentes tipos de profissionais.
Enviarei por email, quando encontrar. Combinado?
Obrigado.
Karina
4 de Setembro de 2012 em 10:07 AM (UTC -3)
Olá, bom dia!
Tenho um filho com praticamente 4 anos e estou sentindo muitas dificuldades em educá-lo. Desde os 4 meses de vida, achava muito estranho o fato dele praticamente não dormir. Computando os cochilos do dia e da noite, ele dormia cerca de 5 horas fracionadas. Fiquei muito desgastada e preocupada. A neurologista diagnosticou o distúrbio do sono e a partir de 01 ano de idade ele começou a tomar a medicação até hoje. A medida que foi crescendo, além da dificuldade em dormir, ele apresenta muita agressividade (bate nos outros sem nenhum motivo aparente), irritabilidade, impulsividade e às vezes parece-me que ele sente satisfação em irritar e provocar os outros, sejam adultos ou crianças. Li o 1° depoimento aqui postado e me identifiquei quando a mãe colocou da dificuldade de manter uma vida social com uma criança assim. Também estacionei na profissão apenas para me dedicar ao meu filho mas tem sido muito dificil. Sinto um misto de frustação com tristeza. Faço o possível para ajustar meu filho, além de contar com o apoio da neurolgista e da psicóloga, mas parece não surtir efeito. Lamento demais ver o preconceito das pessoas em relação a ele, tanto na escola quanto na família. Me sinto impotente e desgastada, talvez algumas pessoas me julguem mas embora ame demais meu filho, por vezes desejaria não tê-lo por perto.
A oportunidade em desabafar já foi úitl, mas se possível gostaria de orientações, material para leitura, grupo de apoio, enfim… qualquer coisa que possa auxiliar uma mãe que ama e quer ajustar seu único filho.
Atenciosamente.
Germano Henning
16 de Setembro de 2012 em 7:54 PM (UTC -3)
Olá Karina.
Agradeço a sua visita e comentário.
Acho muito importante você avaliar a intervenção junto com os profissionais e expor esses relatos como disse aqui e, principalmente, pedir indicação para grupos de apoio, orientação e materiais. Qual cidade você mora?
Obrigado.
carla
16 de Setembro de 2012 em 7:15 PM (UTC -3)
Boa noite, gostaria de saber se existem escolas preparadas para receber um aluno de 13 anos com transtorno bipolar. Meu filho Caio foi diagnosticado há 4 anos atrás, depois de passar por psicólogos, neurologistas, psiquiatras, ´psicopedagogos, como TB por uma neuropsicóloga e um neurologista e o diagnóstico foi confirmado no HC. Tenho uma família desestruturada. Meu ex marido(de quem me separei este ano) também teve o diagnóstico de TB, tenho um filho de 16 anos que não aceita o irmão e só o que temos encontrado nas escolas é o repúdio. A psicóloga tem acompanhado ele nas escolas, mas este ano vai ser a terceira mudança.
Eu nãi aguento mais tanto sofrimento e vê-lo sofrer. Pouquissimas escolas q me recomendaram não posso pagar, o que fazer? Peço orientação, pois sei que o cuidador tb fica doente e já estou..
Obrigada
Germano Henning
16 de Setembro de 2012 em 8:14 PM (UTC -3)
Olá Carla
Obrigado pela visita e comentário.
Em vista que você já tem uma equipe multidisciplinar, é importante você expor as suas dúvidas e, principalmente, deixar claro a dificuldade em encontrar novas escolas.
Se precisar, posso indicar alguns nomes de psicopedagogas para auxiliar.
Qualquer dúvida, entre em contato.
Obrigado.
cleonice
21 de Outubro de 2012 em 4:07 PM (UTC -3)
Olá,
Tenho um filho de 7 anos diagnósticado pela neuropediatra e depois confirmado pelo psiquiátra de tdah e tdo, é agrecivo, nervoso qndo contrariado, agride quem estiver na frente, desafiador, inpulsivo, enfim lidar com ele não é nada fácil, está sendo acompanhado pela psicóloga e psicopedagoga e toma medicamentos, confesso, sofri muito antes, até o diagnóstico, agora lendo bastante sobre o assunto sofro menos e estou mais tranquila na forma como devo educá-lo, apesar de q é um desafio diário, mas tento me manter firme, hj minha maior dificuldade está em lidar com o desconhecimento da escola, igreja e a sociedade em geral, por muitas vezes pensei em não sair mais de casa, tirá-lo da escola, enfim me isolar, mas aí percebi, Graças a Deus, q não é esse o caminho, pq senão como será em sua adolescencia e fase adulta? tenho que ajuda-lo a superar e vencer, encontar meios dele adquirir habilidades para se controlar e lidar com as mais diversas situações. Quero aq deixar uma dica q tem me ajudado muito. O poder e todo conhecimento está apenas em Deus, busque-O em todos os momentos e situações q vcs se sentirem sem saída, sem saber o q fazer, invoque o Espírito Santo, Ele vem em nosso auxilio e garanto pra vcs, é incrivel como dá certo. Não adianta achar que os remédios irão resolver todos os problemas, enfim mudar totalmente, ajuda, mas nunca teremos filhos calmos, tranquilos, mas por outro lado se pensarmos o quanto eles serão e são nesessários para esse mundo, pq se assim não fosse Deus não os teriam enviado a nós, a nossa missão é mais árdua, mas se Deus nos deu eles é porque confia em nós e viu em nós potencial para educá-los, basta buscar conhecimento e pedir com fé sabedoria Divina.
Um abraço a tdos, e que Deus os abençoe!
Roberta
22 de Outubro de 2012 em 9:38 AM (UTC -3)
Olá Germano! Você atende em Sao Paulo?
Germano Henning
29 de Outubro de 2012 em 8:41 AM (UTC -3)
Olá Roberta.
Atendo sim.
O meu contato está na página de contatos aqui no cabeçalho do site.
Att
Nelcy Rosa
30 de Outubro de 2012 em 9:20 PM (UTC -3)
Também tenho um filho com as mesmas caracteristicas doda Cleonice ,parece não ouvir o que falamos ,ensinamos ,um comportamento dificil de lidar .È muito agressivo,impulsivo ,não para um minuto sossegado,mexe com todo mundo ,bagunça a casa toda ,destroi as coisas com a maior naturalidade.Na escola é desastre quase todo dia tem reclamação,não tenho mais coragem de olhar para as pessoas ,ando empre de cabeça baixa rogando a Deus uma solução ,penso não aguentar mais .Ele grita muito e o rendimento escolar é muito pouco,uusa muitas expressões negativas .Tenho medo do futuro dele ,as pessoas evitam aproximar.Alguns especialistas dianóticaram como TDAH .Mas não sei apesar de ler e estudar sobre o assunto não aceito e não sei mais o q fazer ,me sinto só e com pouca esperança ,pois luto e não vejo resultado .Ele faz todo o acompanhamento :psicologico psiquiatrico e com o neupediatra .È muito triste a familaia também se afasta .Por favor me ajudem !Sinto que perco o controle e com isso faço -o sofrer.Ele irrita demais as pessoas,provoca e até chega ser antipático.Toma medicamento e as vezes acho qñ~está tendo sucesso.
um abraços a todos que se encontre em uma situação igual a minha.
regia
7 de Novembro de 2012 em 6:41 AM (UTC -3)
Minha filha está cada vez diferente, naõ a reconheço mais manias de lavar as mãos o tempo todo e agressiva com suas palavras, muito nervosa mesmo, o tempo todo, estou com pena dela e de mim não sei o que vai acontecer, me ajudem por favor.
Marshal
9 de Novembro de 2012 em 8:31 PM (UTC -3)
Meu filho tem 4 anos e há 6 meses venho tentando/lutando para descobrir o que tem para poder trata-lo de forma adequada. Tudo começou pelo retardo da fala, faz acompanhamento com a fono e psicologa que alegou que por não conseguir se comunicar, tem explosoes de comportamento. Já fui a 3 neurologistas: o 1º diagnosticou espectro autismo, o 2º TDAH e o 3º TDO. Por outro lado, tenho a pediatra, a fono e a psicologa me alegando que ele não tem nenhum dos 3 diagnosticos. Na escola, a professora informa que mesmo com com as explosoes comportamentais, ele acompanha as atividades, é inteligente, participa de tudo, do jeito dele, mas participa. Em casa, é extremamente carinhoso com todos, é esperto, bastante solicito que se não fosse o fato de não falar e o comportamento agressivo as vezes, diria que é uma criança perfeitamente normal. Já não sei mais a quem recorrer, queria ter um diagnostico preciso para saber por onde começar a ajuda-lo. O ultimo neuro, acha que ele precisa mesmo é de pulso firme e alguém que imponha regras. Então, neste caso, ele não seria uma criança perfeitamente normal? Apenas mimado e birrento?
Germano Henning
21 de Novembro de 2012 em 12:13 PM (UTC -3)
Olá Marshal.
A sua dúvida realmente é muito comum. Deixo claro que muitas crianças “mimadas e birrento” são TDO e isso não quer dizer que seja algo definitivo ou imutável!
É muito importante é deixar claro que o Transtorno de Conduta, diferentemente da maioria de outros transtornos, tem uma maior influência do ambiente, isto é, as regras “frouxas”, ausência de rotina, falta de limites e outros são os principais “causadores” desse tipo de transtorno, ou seja, alterando esse ambiente, a pessoa com diagnóstico de TDO pode ter ótimo prognóstico. Existem estudos que apontam o papel do ambiente na construção do comportamento opositor, sugerindo que essas crianças opositoras são construídas pelo próprio ambiente!
Att.
Germano Henning
Luciana B Q Lima
21 de Novembro de 2012 em 12:43 PM (UTC -3)
Boa tarde Germano
Tenho um filho de 4 anos e meio eele sempre foi muito questionador e desafiador das regras. Sempre achei e continuo achando que éuma característica da personalidade dele não talvez causado pelo TDO. Maso que me chamou a atenção foi que de umas 3 semanas para cá ele começou a fazer muito coco na cueca e fica com a mesma por horas se eu não notar. Na escola percebi que tem feito raramente mas em casa, neste mega feriado, o fez todos os dias, e ontem, terça, fez três vezes. Fiquei preocupada ecomo internet nos ajuda um pouco, vi que num site pode associar a tal da encoprese com esse TDO. Será que uma coisa tem haver com outra? Em casa tentamos conversar muito com elepara colocarmos as regras. Funciona por um tempo, depois temos problemas em segui-las(eu e meu marido), em agirmos da mesma maneira. Será que essa contradição nas regras ou excesso delas pode ter gerado a TDO e, consequentemente, a encoprese?
Aguardo um retorno seu.
Obrigada!
Att,
Luciana
Maricleia
21 de Fevereiro de 2013 em 8:52 PM (UTC -3)
Luciana, sofro muito com essa encoprese do meu filho também. Ele faz cocô na roupa desde os 3 anos de idade, todos os dias várias vezes ao dia. Ele está quase fazendo 6 anos. Tentei de tudo, tudo mesmo e nada resolve. Conforme ele vai crescendo a quantidade de cocô é maior. Estou desconfiada desse Transtorno Desafiador Opositor. Se vc quiser falar mais comigo ou se outras pessoas também tem esse problema em casa, por favor entre contato.
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 3:03 AM (UTC -3)
Boa noite Maricleia.
Agradeço a sua visita.
Portanto, é importante procurar um psicólogo que posso analisar o comportamento mais próximo. Em paralelo, a orientação de pais é importante para auxiliá-los na adequação dos próprios comportamentos. No texto do post, deixo claro a importância de um olhar profissional e, inclusive, a possibilidade de ampliar a intervenção com outros profissionais.
Não costumamos falar sobre um caso por emails, apenas marcando sessões de orientação.
Qualquer dúvida, basta entrar em contato.
Germano Henning
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 2:35 AM (UTC -3)
Boa noite Luciana.
A análise profissional do caso pode ajudar a entender o que mantém a encoprese. Pode ser devido a diversos fatores como obtenção da atenção, ansiedade, descontrole esfincteriano e outras.
Alguns estudos traçam essa relação entre TDO e encoprese, porém a análise do caso poderá ajudar a formalização de um projeto de intervenção.
Att.
Germano henning
martina
28 de Novembro de 2012 em 9:41 PM (UTC -3)
meu filho tem 14 anos e ja com os 5 anos ele ja apresentava alguma dificuldade de fazer amizade e ele era cruel em algumas brincadeiras mas so aos 12 notamos a urgencia de ima ajuda profissional primeiro eu sou separada do pai dele desde de os sete meses de gestaçao e foi bem turbulenta e depois de nascido o pai pgou algumas vezes com 2 aninhos e batia colocava o dede dele na tomada td isso ele ainda lenbra mas agora pelo tanto de tempo passado e os problemas tao grande procurei o pai e ele gostou o problema dele a psquiatra fala que era grave mas nao chegava a ser uma esquisofrenia dai ela mudou de convenio e passo ele com outra e ela diz que e disturbio de comportamento e a piscologa diz que e tdo bem vamos la ele e fgechado as vezes se comporta como criança bate no irmao de 9 anos sem motivo vem pra cima de min falo vc nao vai fazer isso ele fala eu vou vc nao me manda quer ficar de manha ate de noite no computador se meu marido falapra ele faz mal ficar tanto tempo ele fala que ta crindo encrenco fala que eu desprezo ele que eu quero que ele morra poe a faca na barriga e fala se quer que eu mato eu me mato aonde eu vou ele vai atras e fica falando sem eu falar nada com ele vc me odeia ne olha pra min to falando com vc mas dai ele ja aumenta a voz e começa a gritar desc do carro em movimemto na rua qualqer regra que eu coloque ele me desafia vivo com meu marido desde que ele tinha 3 aninhos minha mae da td pra ele ele pediu um video game em janeiro eu disse espera ate julho ele foi la disse pra minha mae que eu nao queria dar que eu ia dar so em julho ela foi la e comprou ele quis um celular eu disse no seu aniversario eu dou ele nao esperou pediu pra minha mae falei que nao era pra comprar que era pra esperar porque ele tava sem educaçao ela comprou escomdido ele trouxe pra casa liguei pra ela falei que ela tinha passado por cima da minha ordem ele ficou tres dias falando que eu tava com inveja dele e veio pra cima de min por favor preciso muito de uma ajuda obrida
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 2:54 AM (UTC -3)
Boa noite Martina.
É importante procurar um psicólogo que posso ver o contexto natural desses comportamentos agressivos ou que possa trabalhar com os mesmos dentro do consultório. Em paralelo, a orientação de pais é importante para auxiliá-los na adequação dos próprios comportamentos. No texto do post, deixo claro a importância de um olhar profissional e, inclusive, a possibilidade de ampliar a intervenção com outros profissionais.
Qualquer dúvida, basta entrar em contato.
Att.
Germano Henning
Lenice
7 de Dezembro de 2012 em 7:37 PM (UTC -3)
Por gentileza, tenho um filho de 13 anos, muito inteligente, já tem uma banada, notas muito boas na escola, tem amigos e etc. Parece normal mas, o problema dele está em casa, ele não aceita ser contrariado em nada, tudo ele tenta negociar sem aceitar o não, ele chega a ponto de gritar e agredir com palavras e fisicamente. Jam mandamos para psicologo, já tomou remedios mas nada rsolveu, o psicologo disse que o problema é em casa..mas nós mudamos nosso comportamento, meu marido passou a ter mais autoridade, não dando brecha para ele negociar, ppois anegociação se torna em gritaria e violencia….estamos tentando mudar nosso comportamento colocando regras…antes mesmo conversando com ele o por que do não ele queria negociar de qualquer maneira por que não aceitava o não, se ele não consegue o que quer se faz de vitima e etc…..os visinhos reclamam quase todos os dias dos gritos dele…é isso. Por favor, se puder me dé uma palavra somente que possa me mostrar uma luz, não sabemos o que fazer. obrigada
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 2:38 AM (UTC -3)
Boa noite Lenice.
O seu relato é muito semelhante a outros pais que comentaram aqui no post.
No texto do post, deixo claro a importância de um olhar profissional e, inclusive, algumas estratégias em outros posts que podem ajudar a analisar o caso.
Att.
Germano Henning
Denise
10 de Dezembro de 2012 em 10:09 AM (UTC -3)
Olá, Germano. Meu filho Danton, hj com 6 anos, foi diagnosticado aos 4 com TDO. Não chega a ser um caso tão crítico: ele tem amiguinhos, brinca com o irmão mais novo, é carinhoso com a família, já está alfabetizado, etc… o problema maior é cumprir regras ou ser contrariado. Aí o bicho pega. Meu marido e eu nunca tivemos medo de dizer não, de estabelecer regras, mesmo antes do diagnóstico, e talvez por isso o caso não tenha evoluído pra algo pior. Mas continua sendo desgastante demais… digo que é desgastante intelectualmente, pois temos que repetir a mesma coisa várias vezes, pois ele finge que não houve. Não chegamos a iniciar terapia com psicólogo, mas tratamos com medicação prescrita pela neuro e colocamos ele num curso de arte, pois ele é muito criativo. Daí em diante ele melhorou quase 100%, principalmente na escola, pois tinha muita dificuldade com os conteúdos. Infelizmente não pudemos mais levá-lo ao curso porque nos mudamos e ainda não encontramos outro. Mas em casa mantemos um pequeno espaço para suas artes. Reparei em alguns artigos sobre o tema que o comportamento dos pais influencia muito o desenvolvimento do transtorno e tenho feito uma auto-crítica constante pois somos muito autoritários; ambos tivemos uma relação difícil com nossos respectivos pais na juventude e acho que estamos reproduzindo isso com o Danton. Meu filho Angelo, de 3 anos, já não tem nenhum problema desse tipo. Então queria saber: porquê um apresentou o problema e o outro não?
Abçs!
Andreia Bueno Rocha
10 de Dezembro de 2012 em 11:47 AM (UTC -3)
Estou triste e me sentindo sozinha, meu filho vai fazer 16 anos no dia 20 de Dezembro, ele sempre me deu problemas na sua vida social e escolar, foi diagnosticado desde de a infância com T.D.A. e T.O.C, mas este ano foi o pior que tive em termos escolares, estou começando um tratamento com ele novamente , depois de vários descasos dos profissionais da saúde que procurei, mas mesmo me dando estes problemas e não aprendendo nada na escola, este ano teve problemas com a diretora que não aceitando o que ele tem o tratou também com descaso, agora me vejo impotente diante da situação dela ter processado ele por agressão verbal, ele teve que dar um depoimento para um promotor que o deixou nervoso, muitas coisas que foi perguntado a ele , ele não sabia responder por não entender o significado de certas palavras usadas, foi terrivel, mas foi pior ainda com a juiza, pois ele tremia e ria, pois quando está sobre pressão ele coloca um sorriso no rosto que para quem sabe e visivelmente um sorriso de pressão e não de falta de educação, pois na sua vida habitual o que ele mais me diz quando brinco com ele é mãe para você tá me fazendo rir e não gosto, ela ameaçou mandar meu filho que nem vive direito uma vida feliz por suas dificuldades de socializar para uma cadeia por desacato, sabe agora vendo as reportagens de publicações , penso que talvez além do D.D.A e T.O.C ele também tenha TDO, pois ele não aceita pedir desculpas já que no dia das agressões verbais a diretora empurrou a carteira em cima dele e gritou com ele, ele já deu dois depoimentos queria saber se posso evitar que isto aconteça de novo, ele anda triste e deprimido, porque não estamos deixando ele sair por não saber se comportar em certos ambientes, sei que tenho que ensiná-lo como fiz todos estes anos sendo mãe , psicologa, amiga e familia, já que todos acabam se afastando, quero saber por favor já que ele já deu dois depoimentos se posso impedir que um proximo aconteça já que está marcado para o dia 20 de fevereiro, que direitos ele tem de ficar quieto e a juiza dar sua sentença, estou com medo de sua reação já que agora é que está tomando os seus medicamentos e antes deste encontro com a juiza eu tenho mais uma só consulta com o psiquiatra, ele pode proibir que ele fale me dando o direito de falar por ele já que ele é menor de idade, me ajudem sei que são profissionais da saúde, mas estou recorrendo a vocês por estar desesperada, ele tem um mundo dele quase não sai , não fala muito e agora na adolescencia por conta dos hormonios está mais ainda em duvida de tudo em sua vida, será que eles não estão vendo que estão destruindo sua auto estima que já é baixa. Desculpem se incomodo!
darmen brito
12 de Dezembro de 2012 em 11:32 PM (UTC -3)
ola Dr. Achei muito interessante essa reportagem. Filha de 2 anos tem uma serie de impulso eu falo com ela, ela finge q nem me esculta nao para quieta ta sempre de machucando se batendo crita muito nao dorme e adora sentir dor, tenho medo pq nao sei o q fazer moro no entorno de brasilia e tenho q procurar ajuda pra ela e aki eles fazem descaso do q ela faz. Agora tenho outra bb q nao dorme e so chora se irrita com tudo aki disem q ela tabm é saudavel mais nao sei uma bb q nao para de chorar sem ser gases colicas, nem nada me ajuda. Obrigada
Alfredo
25 de Dezembro de 2012 em 2:59 PM (UTC -3)
Meu filho tem 18 anos, não mora comigo, mora com a mãe desde os 2 anos de idade. Ela historicamente dificultou bastante o meu contato com ele, mas sempre lutei para termos momentos juntos.
Hoje ele está fora da escola faz 3 anos, come a mesma refeição todos os dias, não horários (trocou a noite pelo dia), dorme às 6 h e acorda às 17h. Tem amigos somente na Igreja onde frequenta com muita regularidade.
Não tem mais nenhum relacionamento com a mãe, com a qual briga constantemente. Tem dificuldades enormes de seguir regras: chega sempre atrasados aos compromissos, não dá valor ao dinheiro, acha que o mundo gira em torno dele.
Não sei o que fazer, não sei lidar com esta situação, pois ele não mora comigo e não demonstra interesse em vir morar comigo, apesar do clima de brigas em sua casa.
Por favor, me ajudem.
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 2:45 AM (UTC -3)
Boa noite Alfredo.
No texto do post, deixo claro a importância de um olhar profissional e, inclusive, a possibilidade de ampliar a intervenção com outros profissionais como orientação ou intermediação de pais.
Também é importante a escolha de uma escola que possa acolher o seu filho de modo colocar limites sem pressionar demais.
Qualquer dúvida, basta entrar em contato.
Att.
Germano Henning
Priscila
27 de Dezembro de 2012 em 3:12 PM (UTC -3)
Oola, tenho um filho de 6 anos onde foi diagnosticado o tdo atraves de um medica psiquiatra, atualmente esta fazendo tratamento medicamentoso e psicologico, só que a situação aqui em casa não esta nada facil, pois tenho mais dois filhos um de 2 anos e outra de 1ano, e as agressões aos mesmos pela parte do maior é muito frequente,, seguido uso a tecnica de contenção o que não tem surgido muito resultado, estou desesperada por conselhos e ajudas de como lidar e controlar melhor esta situaçã pois esta atrapalhando muito a relação da familia re principalmente do casal, ppreciso urgente de ajuda atraves de consenlhos ou nmaterial de ajuda…p
Aguardo anciosa por uma resposta que me guie nesta ardua missão para ajudar ao meu filho e minha fanilia aprender a viver tranquilo.
Desde ja agradeço a ajuda Prisila, passo Fundo RS
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 2:51 AM (UTC -3)
Boa noite Priscila.
O médico psiquiatra não elabora a intervenção psicológica, assim como o psicólogo não pode medicar o paciente. Portanto, é importante procurar um psicólogo que posso ver o contexto natural desses comportamentos agressivos ou que possa trabalhar com os mesmos dentro do consultório. Em paralelo, a orientação de pais é importante para auxiliá-los na adequação dos próprios comportamentos. No texto do post, deixo claro a importância de um olhar profissional e, inclusive, a possibilidade de ampliar a intervenção com outros profissionais.
Qualquer dúvida, basta entrar em contato.
Att.
Germano Henning
Norma
24 de Janeiro de 2013 em 2:58 PM (UTC -3)
olá preciso muito de ajuda meu filho de 6 anos é hiper agrecivo desde os 6 meses. fiz um teste via internet e deu que é provavel ter HIPERATIVIDADE e TDAH com agressividade, lendo a materia e depoimentos me identifiquei. ele é reflexo do PAI….E EU ESTOU INDO NO MESMO CAMINHO.
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 2:47 AM (UTC -3)
Olá Norma
Essas avaliações pela internet apenas dão hipóteses! Não dão certezas. É importante buscar a avaliação de um profissional que está vendo o seu filho.
Qualquer dúvida, basta entrar em contato.
Att.
Germano Henning
ROSE
3 de Fevereiro de 2013 em 5:40 PM (UTC -3)
ADOTEI MINHA SOBRINHA AOS 2 ANOS EM CONSEQUENCIA DA MORTE DA MÃE. ELA SEMPRE DEMONSTROU TER UM GÊNIO MUITO DIFÍCIL. A MÃE ERA PORTADORA DE DOENÇA MENTAL MODERADA, ACHO QUE O PAI TAMBÉM TEM ALGUM PROBLEMA, PORÉM A CRIANÇA É MUITO ESPERTA E INTELIGENTE. AGORA ELA ESTÁ COM 4 ANOS MAS, NÃO TENHO MUITA FACILIDADE PARA LIDAR COM SEU TEMPERAMENTO. ELA SABE SER ITENSAMENTE DOCER, MEIGA E CARINHOSA COMO TAMBÉM AGRESSIVA, ATREVIDA E RESPONDONA. ÀS VEZES ACORDA SORRINDO LINDAMENTE E OUTRAS MAL HUMORADA E AGRESSIVA.
ÀS VEZES ME SINTO FRUSTRADA, POIS, EDUQUEI MEU FILHO TÃO BEM ( 20 ANOS), ELE ERA TÃO AMÁVEL COM AS PESSOAS E ELA É TÃO HOSTIL! O QUE ACONTECE? JÁ LEVEI A 2 PROFISSIONAIS E ELES NÃO SATISFIZERAM MEUS QUESTIONAMENTOS. GARANTO QUE TENTO SER EQUILIBRADA COM A EDUCAÇÃO DELA. IMPONHO LIMITES, ROTINA, ALIMENTO, ESPIRITUALIDADE, DIVERSÃO, CARINHO… ENFIM, NÃO SOU PERFEITA, MAS TENTO FAZER O MELHOR, EDUCAR PARA O FUTURO. MAS AGORA ESTOU CONFUSA E PREOCUPADA POIS SEI QUE A BOA EDUCAÇÃO É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA NOS PRIMEIROS ANOS, DURANTE A INFÂNCIA.
SE FOR POSSÍVEL, GOSTARIA QUE ENVIASSE SUA RESPOSTA PARA O MEU EMAIL.
DESDE JÁ AGRADEÇO MUITO.
lidi
7 de Fevereiro de 2013 em 11:50 PM (UTC -3)
ola, boa noite, estou procurando juntamente com minha familia por anos descobrir o que tem o meu irmão, hoje ele tem 11 anos, desde que nasceu, percebemos que algo estava errado, primeiramente, ele passou 17 dias da data do nascimento, teve ictericia, em casa ele foi lento para tudo, demorou a rolar na cama, andar, falar, nos fomos levando ele á varios medicos, todos eles o medicaram, mas ate hj, nenhum medicamento deu certo, qd menor foi feita uma tomografia, o medico nao constatou nada no exme, fez eletro, tb não deu nada no exame, fizemos exame para Tsh, tb estava com os niveis de levotiroxina normais.ja levamos ele em psiquiatras e neurologistas,
ele ja tomou imipramina, orap, ritalina, quetros, hoje ele toma sertralina, haloperidol, amato, riperidona, porem não vemos melhora……..
Bem vamos aos sintomas, ele é extremamente irritado, agressivo, me agride, bate na minha mãe, minha irma e no meu pai, qd contrariado ele xinga, cospe, bate, ou quebra o que tiver pela frente, nossos moveis estão todos destruidos por conta disso, meu computador por exemplo ele ja jogou várias vezes no chao, rasgou o sofá, ele grita e diz “eu vou quebrar, eu adoro caçar confusão” isso ele me disse hoje mesmo, minha mãe so chora pois nao sabe o que fazer, ainda não encontramos nd que o detenha, estamos cansados afinal são muitos anos de luta de busca de medicaçao sem resultado…….
digo tambem q ha momentos que parece q ele n tem nd, age como uma criança normal, obediente, eu tenho observado, q são como se fossem picos de agressão, a impressão que dá é q ele sempre esta a procura de um motivo para iniciar uma confusão….. sinceramente, não sei onde buscar, qual orientação seguir, sei que o tempo esta passando, ele não tem vida social, não pode brincar como fazem as outras crianças da idade dele, nós sofremos muito com essa situação, e eu creio que ele sofre mais ainda.
Eu gostaria de uma orientação, um parecer, poi é a primeira vez que ouço falar em TDO, Sei q Deus não vai nos abandonar e vai nos mostrar uma saida, desde já agradeço, aguardo retorno.
Miriam Sant Anna
20 de Fevereiro de 2013 em 1:48 PM (UTC -3)
Olá,
Não sei se meu comentário terá resposta , mais não custa né?
Tenho um filho de 12 anos o nome dele é Guilherme, eu o crio sozinha pois o pai não quis nem registra-lo e nem mesmo dar a atenção devida, hoje moro com outra pessoa e tenho mais dois filhos, todos meninos um de 16 e outro de 7 anos. Não posso dizer que o mais velho não foi levado, mais nada se compara ao que vivo hoje. Nem sei ao menos como tudo isso chegou ao ponto , mais sei que ano passado mudei o Guilherme para uma escola federal e por certo boa aqui no Rio de Janeiro( Niterói), antes ele sempre estudou no particular, tive muitas dificuldades com ele, nem tanto pelo aprendizado pois ele é inteligente, mais pelo comportamento, muitas vezes não queria ir a aula e outras não participava dos esportes da escola..Ha, lembrando que, ele nunca gostou de participar de festas na escola anterior, ou amigo oculto, fim de ano ou etc ou ia na insistência ou não ia. Mais ano passado a coisa mudou, ele começou a me xingar, jogar coisas em cima de mim ou de qualquer um que dissesse que estava na hora do colégio, conversei com ele e perguntei se estava acontecendo algo e sempre vou na escola e até mesmo perguntei lá. Mais a equipe pedagógica me disse que não e que apenas ele fica disperso na sala, tem uns 3 amigos e que por sinal são os repetentes e que não responde ao professor nem mau e nem bom. Conclusão ele repetiu apesar de todos meus esforços. Conversei com ele no fim do ano e falei vc quer que te troco de escola e ele respondeu de novo, não, eu quero ficar na mesma e no primeiro dia de aula foi na boa mais no segundo que foi hoje quebrou a janela da minha casa com um soco e disse que não iria mesmo de jeito nenhum e o pior já levei ao Psicologo uma vez e no Neuro uma vez sou honesta em dizer , na segunda do Psicologo ele arrumou uma briga comigo sumiu a manhã toda e eu cheguei atrasada no emprego e não consegui levar e no dia do exame que o Neuro passou ele gritou, chorou e disse que não iria. Agora, me diga por favor para uma mãe desesperada, desanimada, infeliz e quase no fundo do poço. O QUE QUE EU FAÇO COM ELE, COMIGO OU QUAL ATITUDE OU DEVO TOMAR. Não esquecendo que não posso leva-lo ao particular pois minha situação financeira não permite, não se acha um médico público que vá na sua casa te ajudar e tirar a agonia da sua vida e da dele e lembrando tbm o medo que tenho do futuro dele desta forma agressiva… Me ajude por favor.
Germano Henning
23 de Fevereiro de 2013 em 3:07 AM (UTC -3)
Olá Miriam.
No caso de dificuldades financeiras, existem instituições que podem ajudá-la. Tem outros post aqui no site que podem auxiliá-la como http://www.nucleopercepcao.com.br/2012/06/como-os-pais-podem-entender-e-lidar-com-a-agressividade-em-criancas-e-adolescentes/ e http://www.nucleopercepcao.com.br/2011/10/educando-os-filhos-desafios-%E2%80%93-parte-1/
Qualquer dúvida, basta entrar em contato.
Att
Germano Henning
R
20 de Fevereiro de 2013 em 4:58 PM (UTC -3)
Meu filho tem 5 anos, tem um comportamento em casa muito diferente da escola. Na escola ele agressivo, não aceita não, bate nos amigos, tira o lanche dos outros para si. Tal comportamento já o afastou de 3 escolas. Alem do mais gosta de beijar na boca dos colegas, se fica um pouco com a irmanzinha de 2 anos mexe na região intima dela, até machucando. Enfiou o dedo noanus de la e a cortou na parte frontal com a unha. Já não tenho tanta paciencia, não vejo melhoras apesar das conversas e disciplinas como perder algo que ele gosta. Todos os dias vem com uma serie de reclamações na escola. Quando pergunta ele sabe exatamente do que fez e diz ser errado, continua fazendo, os irmaos menores(2) estão começando a imitar seu comportamento. Me ajudem estou apavorada . Em casa ele faz coisas erradas, mas escondido, nao me enfrenta, nem é agressivo com os irmãos, pq dei limites, disse que não aceitava tal comportamento, mas se não estou presente ele agride e se comporta mal. Tenho uma filha já adulta e outra pre adolescente, ninguem tem mais paciencia com ele e confesso que eu tambem não estou mais paciente e compreensiva. desabafo.
Rosete Olindina Costa
5 de Março de 2013 em 1:53 PM (UTC -3)
Ola , meu filho de 12 anos tem transtorno T DA ,trastorno cognitivo, e opositor desafiador. procuro ajuda em Florianopolis Sc obrigado Rosete
Sara Rufino Mazzei
13 de Março de 2013 em 12:09 AM (UTC -3)
Olá gostaria de saber mais sobre as maneiras de se auxiliar os portadores desse transtorno, pois pelas características estou convencida de que tenho um aluno com essa dificuldade; o que posso fazer até que seja diagnosticado pelos profissionais se eu estou ou não correta? Por favor, me ajude de alguma forma se for possível é claro!
Mande resposta pelo e-mail se possível!!!
Adriana silva
14 de Março de 2013 em 2:19 PM (UTC -3)
Ola , tenho um filho com 9 anos hj, mas entre os 7 e 8 teve 3 tentativas de auto exterminio desde fevereiro de 2011 ele faz tratamento no centro de psiquiatria infantil em bh, ele e diagnosticado com hipoteses de (TOD, HIPERATIVIDADE E TRANSTORNO BIPOLAR) já teve ta mais de uma situação no qual foi necessario acionar ambulancia a ultima foi semana passada, em casa eu consigo controlar ele mas na escola e dificil ele esta no 4 ano, já sabe lé a escrita e ruim e o apredizado dele ta indo, ele em momento algum escreve,.
no final de 2011 parei de trabalhar para cuidar dele pois ele machucou a vice diretora da antiga escola sendo necessario a ida dela para o hospital. Na semana passada a pisquiatra que atendeu ele me disse que o caso dele e de internação mas não tenho como ficar com ele lá… Não sei mais o que faço pois não tenho como trabalhar fora pois as crises são constantes e o governo não me ajuda com nada.
Rosana marçal
2 de Abril de 2013 em 5:35 PM (UTC -3)
Olá, meu nome é Rosana sou estudante de pedagogia e estou cursando o semestre de inclusão e especiais, estou começando um estagio especificamente com uma criança que cujo me passaram tem TDO, estou um pouco tensa e gostaria de uma ajuda, um conselho de como me aproximar dele.
Abraços Gostei muito da pesquisa de vcs neste assunto.
fico no aguardo
karina
20 de Abril de 2013 em 3:16 AM (UTC -3)
Ola,
gostaria de saber se tem alguma escol especializada para lidar com crianças com esse tipo de disturbio?
meu filho tem 5 anos, é diagnosticado com TDO, fz acompanhamento neurológico, psico e fono desde os 3 anos.
tbem faz uso do Ritalina La10 e Respiridona, porem começou a ter comportamentos agitados, falando muito palavrão, ameaçndo os colegas na escola, sendo agressivo com a professora a ponto de jogar carteiras e objetos, em conversa com a Neuro ela indicou que mudasse a medicação para o Vivance 30mg, então primeiramente queria saber se esse medicamento ´bom para o resultado que esperamos?
esse tipo de remedio pode trazer alguma sequela futura para ele?
e com tudo isso a escola esta pedindo que ele se retire pois nao estão conseguindo atender as necessidades do meu filho, existe alguma escola especializada para esse tipo de probleminha??
sou de Curitiba.
Obrigada
Germano Henning
23 de Abril de 2013 em 1:56 AM (UTC -3)
Olá Karina.
Agradeço a sua visita.
Não conheço escolas especializadas na maioria dos diagnósticos, incluindo TDO. Na realidade, não é necessário, considerando a idade de seu filho (5 anos). Apenas importa se a escola está apta para dar um suporte para lidar com os comportamentos de oposição e também se está de portas abertas para intervenções psicológicas ou orientações de outros profissionais.
Já sobre os efeitos dos remédios, sugiro que converse com o seu médico, pois psicólogos não receitam.
Obrigado.
andreza
20 de Abril de 2013 em 10:11 PM (UTC -3)
Oi, meu filho tem 6 anos, é bom aluno,inteligente, as professoras falam bem dele dizem que é um menino da paz. Em casa por vezes desobedece mas não é nada que eu não consiga controlar, mas é uma criança muito agitada . O que realmente me preocupa é que ele nao consegue fazer amigos. Agora vem aniversário dele e queria fazer-lhe uma festa mas ele anda triste, diz que não tem amigos, que ninguem o convida pra festinhas (o que realmente é verdade), diz que é um ninguém,um menino solitário…já não sei o que hei de fazer pra mudar a situação. Já pensei consultar um psicologo, acha que devo? n sei se ele terá algum problema,,,
Liane
24 de Abril de 2013 em 11:40 AM (UTC -3)
Tenho um filho diagnostica com TDAH +TOD, ele faz acompanhamento com neurologista e psicologo, no neuro deixou ele sem medicamento(ritalina) ja tem uns 5 meses, dizendo que agora estariamos tratando com apsicolaga apenas, porem nesse periodo ele vem aumentando cada dia mais TOD e claro as notas da escolas ja deram o diagnostico da falata do remedio. Em fim, na verdade, acredito que eu que estou precisando de ajuda, pois estou enlouquecendo com tudo isso, hoje percebo quanto esta difiicl para mim, quando sei que ja vou estar com ele na parte da tarde quando ele volta da escola, comeco a ter um certo panico, pavor, sei que comecara os problemas e discucoes. Sei que preciso de ajuda tambem, sera recomendado fazer o tratamento com a mesma psicologa dele. Me sinto muito mal com ele, ate pensamento ruins passei a ter, e isso vem me deixando muito triste.
Priscila
1 de Maio de 2013 em 4:55 PM (UTC -3)
Tenho uma filha de 7 anos (vai fazer 8 em junho) e desde os 5 anos teve alguns comportamentos que sempre interpretei como pirraça, como exemplo, não querer ir pra escolinha pq o cabelo nao estava do jeito q ela queria. Estou divorciada e tenho mais 2 filhos, mais velhos q ela, desde 2010 qdo estes comportamentos começaram. Mas este ano 2013 o comportamento dela mudou ou piorou. São mais frequentes e mais agressivos. Antes era o cabelo, mas agora qq coisa desencadeia as crises q são sempre direcionadas a mim. Ela fica me chamando e não diz o q quer, fica me cutando, grita comigo, tira as coisas do lugar, fala q esta com dores q sei q nao esta…Levei a uma psiciologa q disse q ela nao tem nada q só precisava de atençao. Trabalho fora, mas chego cedo em casa, qdo ela chega da escola já estou em casa. Passei a conversar mais com ela, nao dei mais chineladas (pq na hora da irritaçao fazia isso sim), e o q percebi é q ela só esperava essa reaçao minha para dizer q eu nao a amava, q só batia nela.
Priscila
1 de Maio de 2013 em 5:04 PM (UTC -3)
Continuando…Agora nao bato mais nela, e isso a deixa irritada e me provoca mais ainda. Já perguntei se ela quer ir morar com o pai dela, q esta acompanhando todo esse processo, mas ela nao quer e qdo vai pra casa dele, me liga e diz q esta com saudade e q me ama. Ela é uma otima aluna, tem varias aluna, é educada e gentil com todos. O problema dela é comigo, me enfrenta, me provoca, agora ate me xinga, fica me dando ordens q nao sigo, é claro, mas essas críses tem afetados a todos da casa pq os irmaos já estao sem paciencia com ela e ate o pai ja nao sabe o q fazer pq ela fica ligando pra ele dizendo q estou batendo nela, o q e mentira e tenho os irmaos como prova. Ela tem algum transtorno? Sempre fui muito rigida na educaçao deles e nuca dei moleza pra eles, pq ela ta reagindo assim? Preciso de ajuda de um profissional?
aline
10 de Maio de 2013 em 4:14 PM (UTC -3)
Boa tarde,hoje mais uma vez levei meu filho de 4 anos em busca de respostas e ajuda,bom desde bebê eu percebo que ele é mais lento no desenvolvimento que as outras crianças sempre relatava para a pediatra dele e ela sempre dizia: olhe acabe com isso seu filho não é igual a outra criança, ele tem o tempo dele.Em fim ouvi muito isso,mas sempre me perguntava pq ele com mais de um ano não andava,e com mais de 2 anos não falava,quando por mim mesma resolvi procurar uma fonoaudióloga ela baseado no que eu disse foi logo disparando que ele provavelmente era autista chorei litros mas não aceitei o diagnostico e fui procurar outros profissionais e no meio dessa busca me vem o comunicado da professora do infantil 3 me dizendo que se eu não procurasse uma ajuda para meu filho do primeiro ano ele não iria sair…ele é muito distraido em sala de aula,não gosta de fazer a tarefa e retraído nem chega a comer o lanche ele fica de uma da tarde até cinco sem comer nada, e, casa ele é bastante agressivo quando é contrariado, se empolga raramente para fazer a tarefa de casa e logo que começa já desiste…em eu posso procurar para ajudar meu filho e me ajudar até por que a gente fala sempre das crianças mas os cuidadores dessas crianças também tem de ser cuidados pois não é fácil lidar com elas diariamente no meu caso tudo pode virar motivo para choro eu venho do trabalho na hora do almoço me preparando psicologicamente para dar banho nele para ir para a escola por que sempre ele tem de quebrar tudo e bater, morder, gritar…ao mesmo tempo percebo os alhares de desprezo e reprovação dos outros pais pensando que não impomos limites quando esse limites são ensinados todos os dias,um dia estava na pracinha proximo de casa quando ele começou a birra sem motivo aparente na verdade porque eu ofereci um copo de suco pra ele (isso é necessário para irritar ele) e uma mãe viu e disse porque vc não dá logo uma surra nele,pois nunca mais ele vai te bater! Fiquei envergonhada e agradecida por eu ser a mãe dele e não aquela moça pois como eu quero que meu filho pare de bater se eu vou bater nele em resposta ao seu comportamento…estou meio perdida não sei como lidar com meu próprio filho de 4 anos me ajudem por favor.
Terapia e medicação | Núcleo Percepção
3 de Julho de 2011 em 11:29 PM (UTC -3)
[...] relacionados: TDAH, terapia de adultos, TOC, transtornos alimentares e transtorno de conduta. Compartilhe: Recommend on Facebook Share on Linkedin Share on Orkut Tweet about it Bookmark in [...]